Marcos de Castro
EQUIPE
20/09/2026 • 20:01
Neste caso, a paciente apresenta um quadro clínico que sugere uma doença autoimune sistêmica, com sinais típicos de lúpus eritematoso sistêmico (LES). Os sintomas incluem fadiga, artralgias, fotossensibilidade, lesões cutâneas em áreas fotoexpostas, linfadenopatia discreta, anemia, plaquetopenia, linfopenia e um FAN (fator antinuclear) com padrão pontilhado grosso, que são característicos do LES. Além disso, a história familiar sugere predisposição genética para doenças autoimunes.
O lúpus eritematoso sistêmico pode afetar múltiplos órgãos, e manifestações cardíacas, como pericardite, são comuns. A pericardite pode causar dor torácica e o atrito pericárdico pode ser detectado no exame físico, sendo em alguns casos a primeira manifestação da doença.
Já a hepatite fulminante não é uma apresentação comum do LES, assim como broncoespasmo e sibilância persistente não são manifestações clássicas na doença. Neuropatia óptica com perda visual abrupta e irreversível também não é típica do LES, embora a doença possa afetar o sistema nervoso, essa apresentação não é comum.
Portanto, a melhor alternativa que representa uma manifestação comum do LES é a pericardite.
O lúpus eritematoso sistêmico pode afetar múltiplos órgãos, e manifestações cardíacas, como pericardite, são comuns. A pericardite pode causar dor torácica e o atrito pericárdico pode ser detectado no exame físico, sendo em alguns casos a primeira manifestação da doença.
Já a hepatite fulminante não é uma apresentação comum do LES, assim como broncoespasmo e sibilância persistente não são manifestações clássicas na doença. Neuropatia óptica com perda visual abrupta e irreversível também não é típica do LES, embora a doença possa afetar o sistema nervoso, essa apresentação não é comum.
Portanto, a melhor alternativa que representa uma manifestação comum do LES é a pericardite.