Paciente do sexo masculino, 52 anos, portado...

Paciente do sexo masculino, 52 anos, portador de doença renal crônica estágio 5 por nefropatia hipertensiva, foi submetido ao transplante renal há 3 meses. Evolui c...


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Q1134966 • Medicina • Urologia • CIAAR • CIAAR • Urologia • 2026

Paciente do sexo masculino, 52 anos, portador de doença renal crônica estágio 5 por nefropatia hipertensiva, foi submetido ao transplante renal há 3 meses. Evolui com função renal estável, creatinina de 1,4 mg/dL, em uso de tacrolimo, micofenolato e prednisona. Comparece à consulta ambulatorial assintomático, sem sinais de rejeição ou infecção.

No que concerne ao acompanhamento pós-transplante renal nesse período, todas as afirmativas estão corretas, exceto:

Analisando...
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  • David Castilho
    David Castilho EQUIPE
    20/09/2026 • 17:01
    Quando a gente fala do acompanhamento pós-transplante renal, é fundamental entender que o paciente ainda está em um momento muito delicado, mesmo que ele esteja assintomático e com função renal aparentemente estável. A equipe médica precisa monitorar a função do rim transplantado periodicamente, porque alterações podem acontecer de forma silenciosa, e a creatinina, por exemplo, deve ser acompanhada de perto para detectar precocemente qualquer problema. Além disso, o uso de imunossupressores, como tacrolimo e micofenolato, requer monitoramento constante dos níveis séricos das medicações, pois o ajuste correto é fundamental para evitar rejeição e toxicidade. Outro ponto essencial é a prevenção de infecções oportunistas, que são comuns nesse período devido à imunossupressão, então medidas preventivas e vigilância constante são parte da rotina. Diante disso, a ideia de que a estabilidade clínica elimina a necessidade de seguimento ambulatorial é incorreta, pois o acompanhamento especializado é imprescindível para garantir a saúde do paciente e a longevidade do enxerto. Portanto, a alternativa incorreta, ou seja, a exceção, é a letra d.
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