David Castilho
EQUIPE
20/09/2026 • 17:01
Quando a gente fala do acompanhamento pós-transplante renal, é fundamental entender que o paciente ainda está em um momento muito delicado, mesmo que ele esteja assintomático e com função renal aparentemente estável. A equipe médica precisa monitorar a função do rim transplantado periodicamente, porque alterações podem acontecer de forma silenciosa, e a creatinina, por exemplo, deve ser acompanhada de perto para detectar precocemente qualquer problema. Além disso, o uso de imunossupressores, como tacrolimo e micofenolato, requer monitoramento constante dos níveis séricos das medicações, pois o ajuste correto é fundamental para evitar rejeição e toxicidade. Outro ponto essencial é a prevenção de infecções oportunistas, que são comuns nesse período devido à imunossupressão, então medidas preventivas e vigilância constante são parte da rotina. Diante disso, a ideia de que a estabilidade clínica elimina a necessidade de seguimento ambulatorial é incorreta, pois o acompanhamento especializado é imprescindível para garantir a saúde do paciente e a longevidade do enxerto. Portanto, a alternativa incorreta, ou seja, a exceção, é a letra d.