David Castilho
EQUIPE
20/09/2026 • 16:02
Essa questão aborda os fatores preditivos e de risco para coledocolitíase em pacientes sintomáticos, um tema comum na avaliação clínica e imagiológica hepatobiliar. Para entender a questão, vamos analisar cada afirmativa com base no que é conhecido na literatura médica.
O preditor muito forte para coledocolitíase geralmente inclui cálculo visível no colédoco por ultrassonografia e sinais clínicos compatíveis com colangite, além de uma bilirrubina elevada, geralmente maior que 4 mg/dL. A afirmativa I menciona um preditor muito forte, mas diz bilirrubina menor que 2 mg/dL, o que não condiz com o padrão habitual. Então essa afirmativa está incorreta.
Quanto à afirmativa II, preditor forte costuma incluir colédoco dilatado maior que 6 mm na ultrassonografia (não menor), principalmente com vesícula presente, e bilirrubina entre 1,0 e 4 mg/dL. Portanto, o enunciado que diz dilatação menor que 6 mm está errado, configurando uma afirmativa falsa.
Sobre o preditor moderado na afirmativa III, elevação de provas hepáticas é compatível, mas idade menor que 55 anos não é fator preditivo relevante para coledocolitíase, nem pancreatite crônica biliar é comumente relacionada como preditor moderado para essa condição. Assim, essa afirmativa também está incorreta.
Já a afirmativa IV fala que a presença de dois preditores fortes apresenta alto risco para coledocolitíase. Isso está correto segundo critérios clássicos, como os usados pela Sociedade Americana de Gastroenterologia.
Diante disso, apenas a assertiva IV é verdadeira.
Portanto, a alternativa correta é a letra d) apenas uma é verdadeira.
O preditor muito forte para coledocolitíase geralmente inclui cálculo visível no colédoco por ultrassonografia e sinais clínicos compatíveis com colangite, além de uma bilirrubina elevada, geralmente maior que 4 mg/dL. A afirmativa I menciona um preditor muito forte, mas diz bilirrubina menor que 2 mg/dL, o que não condiz com o padrão habitual. Então essa afirmativa está incorreta.
Quanto à afirmativa II, preditor forte costuma incluir colédoco dilatado maior que 6 mm na ultrassonografia (não menor), principalmente com vesícula presente, e bilirrubina entre 1,0 e 4 mg/dL. Portanto, o enunciado que diz dilatação menor que 6 mm está errado, configurando uma afirmativa falsa.
Sobre o preditor moderado na afirmativa III, elevação de provas hepáticas é compatível, mas idade menor que 55 anos não é fator preditivo relevante para coledocolitíase, nem pancreatite crônica biliar é comumente relacionada como preditor moderado para essa condição. Assim, essa afirmativa também está incorreta.
Já a afirmativa IV fala que a presença de dois preditores fortes apresenta alto risco para coledocolitíase. Isso está correto segundo critérios clássicos, como os usados pela Sociedade Americana de Gastroenterologia.
Diante disso, apenas a assertiva IV é verdadeira.
Portanto, a alternativa correta é a letra d) apenas uma é verdadeira.