Paciente, sexo masculino, 55 anos, apresento...

Paciente, sexo masculino, 55 anos, apresentou quadro de cefaleia súbita, em explosão, seguida de vômitos e crise convulsiva. Admitido na sala de emergência em Glasg...


publicidade

Paciente, sexo masculino, 55 anos, apresentou quadro de cefaleia súbita, em explosão, seguida de vômitos e crise convulsiva. Admitido na sala de emergência em Glasgow 12, sendo realizada tomografia computadorizada que mostrava hemorragia subaracnoidea difusa, com hematoma na fissura silviana esquerda.

Considerando as complicações e as estratégias cirúrgicas no tratamento das hemorragias subaracnoideas, assinale a alternativa que está corretamente relacionada ao manejo de pacientes com HSA devido à ruptura de aneurisma cerebral.

Analisando...
publicidade

🚀 Desbloqueie a explicação completa

Veja comentários detalhados e resoluções exclusivas para entender o gabarito desta questão.

Criar conta grátis
  • Ingrid Nunes
    Ingrid Nunes EQUIPE
    20/09/2026 • 15:01
    Vamos falar sobre hemorragia subaracnoidea (HSA), um tema importante na neurologia e neurocirurgia. A HSA ocorre quando há sangramento no espaço subaracnoideo, geralmente pela ruptura de um aneurisma cerebral. Esse quadro pode se manifestar com sintomas muito intensos, como cefaleia súbita, vômitos e até convulsões, como descrito no caso.

    No manejo dessas hemorragias, uma das maiores preocupações é o vasoespasmo cerebral, que pode ocorrer alguns dias após o sangramento e levar à isquemia cerebral. Por isso, a monitorização do fluxo sanguíneo cerebral é fundamental para detectar precocemente o vasoespasmo e iniciar o tratamento adequado, minimizando a mortalidade e as sequelas.

    A clipagem cirúrgica imediata do aneurisma não deve ser realizada independentemente da condição clínica do paciente ou da presença de vasoespasmo, pois a indicação depende do quadro do paciente e do risco-benefício da cirurgia naquele momento. Também não se faz angioplastia por balão de forma profilática, já que esse procedimento é reservado para casos específicos de vasoespasmo grave comprovado. Quanto à embolização endovascular, embora seja frequentemente indicada para aneurismas da circulação posterior, ela não é restrita a esses casos e pode ser usada em outros locais dependendo da situação do paciente e do aneurisma.

    Portanto, a alternativa correta é a que enfatiza a importância da monitorização do fluxo sanguíneo cerebral e a detecção precoce do vasoespasmo para um tratamento adequado.
publicidade
🍪

Utilizamos cookies e tecnologias semelhantes para aprimorar sua experiência de navegação. Política de Privacidade.