David Castilho
EQUIPE
20/09/2026 • 12:02
Vamos entender um pouco sobre câncer de orofaringe, especialmente na relação com o HPV, que é um vírus muito importante nesse contexto. O papilomavírus humano (HPV) está associado a um tipo específico de carcinoma na orofaringe, com características moleculares e clínicas distintas dos carcinomas associados ao tabagismo e álcool.
Analisando a assertiva I: realmente, a oncoproteína E7 produzida pelo HPV liga-se à proteína do retinoblastoma (Rb), inativando-a. Isso libera a transcrição de genes normalmente reprimidos e leva à superexpressão da p16, que é usada como marcador para a atividade viral. Portanto, essa afirmação é verdadeira.
Na assertiva II, fala-se sobre a drenagem linfática no nível V para tumores da base da língua. No entanto, o nível V não é a estação de drenagem preferencial para esses tumores; normalmente, os níveis I a IV são mais envolvidos. Incluir o nível V rotineiramente em esvaziamentos cervicais para base de língua não é recomendação padrão. Logo, a assertiva II é falsa.
Já na III, observa-se que nos carcinomas relacionados ao HPV, raramente se encontram mutações no gene TP53, pois a oncoproteína E6 degrada a proteína p53 via ubiquitina no citoplasma, mantendo o gene genômico intacto. Essa afirmativa está correta.
Por fim, a assertiva IV indica que nos carcinomas da parede posterior, mesmo em estágios avançados (T4), a incidência de metástase linfonodal é baixa, não ultrapassando 10%. Isso não está correto, pois, em tumores de parede posterior, a agressividade regional e o envolvimento linfonodal são geralmente maiores e a incidência de metástases linfonodais é mais elevada.
Portanto, as afirmativas I e III são verdadeiras, enquanto II e IV são falsas. Isso indica que duas são verdadeiras.
Analisando a assertiva I: realmente, a oncoproteína E7 produzida pelo HPV liga-se à proteína do retinoblastoma (Rb), inativando-a. Isso libera a transcrição de genes normalmente reprimidos e leva à superexpressão da p16, que é usada como marcador para a atividade viral. Portanto, essa afirmação é verdadeira.
Na assertiva II, fala-se sobre a drenagem linfática no nível V para tumores da base da língua. No entanto, o nível V não é a estação de drenagem preferencial para esses tumores; normalmente, os níveis I a IV são mais envolvidos. Incluir o nível V rotineiramente em esvaziamentos cervicais para base de língua não é recomendação padrão. Logo, a assertiva II é falsa.
Já na III, observa-se que nos carcinomas relacionados ao HPV, raramente se encontram mutações no gene TP53, pois a oncoproteína E6 degrada a proteína p53 via ubiquitina no citoplasma, mantendo o gene genômico intacto. Essa afirmativa está correta.
Por fim, a assertiva IV indica que nos carcinomas da parede posterior, mesmo em estágios avançados (T4), a incidência de metástase linfonodal é baixa, não ultrapassando 10%. Isso não está correto, pois, em tumores de parede posterior, a agressividade regional e o envolvimento linfonodal são geralmente maiores e a incidência de metástases linfonodais é mais elevada.
Portanto, as afirmativas I e III são verdadeiras, enquanto II e IV são falsas. Isso indica que duas são verdadeiras.