Ingrid Nunes
EQUIPE
20/09/2026 • 12:02
Vamos falar sobre laringectomia total, que é uma cirurgia radical para remoção completa da laringe, geralmente realizada em casos avançados de câncer de laringe. A análise das afirmativas ajuda a entender as indicações e técnicas envolvidas.
A primeira afirmativa diz que a laringectomia total, apesar de radical, ainda é considerada o padrão-ouro para comparar a eficácia de tratamentos preservadores de órgão em carcinomas laríngeos avançados. Isso é correto, pois em muitos estudos oncológicos, especialmente em câncer de laringe em estágio avançado, a laringectomia total é usada como referência.
A segunda afirmativa aborda o uso de retalhos livres fasciocutâneos versus retalhos viscerais para reconstrução faríngea. Retalhos livres, como o anterolateral da coxa, são frequentemente preferidos por oferecerem vantagens técnicas e funcionais em reconstruções circunferenciais da faringe, especialmente devido à melhor vascularização e menor morbidade, enquanto retalhos viscerais como o de jejuno são mais complexos.
A terceira afirmativa afirma que a laringectomia total é restrita exclusivamente a processos neoplásicos malignos, sem indicação para doenças funcionais ou sequelas de doenças benignas. Isso é falso, pois a laringectomia total também pode ser indicada em casos de sequelas graves de doenças benignas ou em tratamentos que deixaram sequelas funcionais, embora esses casos sejam menos comuns.
A quarta afirmativa fala sobre laringectomia de resgate, que é a cirurgia realizada após falha de tratamento inicial. Nesses casos, o uso de retalhos pediculados regionais, como o peitoral maior ou supraclavicular, é uma estratégia útil para reforçar a área cirúrgica e prevenir complicações como a fístula faringocutânea. Essa afirmativa é verdadeira.
Portanto, as afirmativas I, II e IV são verdadeiras, e a III é falsa.
Gabarito: apenas três são verdadeiras.
A primeira afirmativa diz que a laringectomia total, apesar de radical, ainda é considerada o padrão-ouro para comparar a eficácia de tratamentos preservadores de órgão em carcinomas laríngeos avançados. Isso é correto, pois em muitos estudos oncológicos, especialmente em câncer de laringe em estágio avançado, a laringectomia total é usada como referência.
A segunda afirmativa aborda o uso de retalhos livres fasciocutâneos versus retalhos viscerais para reconstrução faríngea. Retalhos livres, como o anterolateral da coxa, são frequentemente preferidos por oferecerem vantagens técnicas e funcionais em reconstruções circunferenciais da faringe, especialmente devido à melhor vascularização e menor morbidade, enquanto retalhos viscerais como o de jejuno são mais complexos.
A terceira afirmativa afirma que a laringectomia total é restrita exclusivamente a processos neoplásicos malignos, sem indicação para doenças funcionais ou sequelas de doenças benignas. Isso é falso, pois a laringectomia total também pode ser indicada em casos de sequelas graves de doenças benignas ou em tratamentos que deixaram sequelas funcionais, embora esses casos sejam menos comuns.
A quarta afirmativa fala sobre laringectomia de resgate, que é a cirurgia realizada após falha de tratamento inicial. Nesses casos, o uso de retalhos pediculados regionais, como o peitoral maior ou supraclavicular, é uma estratégia útil para reforçar a área cirúrgica e prevenir complicações como a fístula faringocutânea. Essa afirmativa é verdadeira.
Portanto, as afirmativas I, II e IV são verdadeiras, e a III é falsa.
Gabarito: apenas três são verdadeiras.