No contexto dos cuidados intensivos pós-operatórios, diferentes condições clí...

No contexto dos cuidados intensivos pós-operatórios, diferentes condições clínicas exigem intervenções específicas para prevenir complicações graves e falência orgânica. Associe o tratamento com o ...


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No contexto dos cuidados intensivos pós-operatórios, diferentes condições clínicas exigem intervenções específicas para prevenir complicações graves e falência orgânica. Associe o tratamento com o respectivo quadro clínico.
Tratamento
(1) Estratégia transfusional restritiva (2) Profilaxia para tromboembolismo venoso (3) Suspensão da heparina e anticoagulação alternativa (4) Reposição de corticoesteroide sistêmico
Quadro clínico
( ) Paciente politraumatizado, pós-laparotomia, com múltiplos fatores de risco para TEV, sem contraindicação para anticoagulação.
( ) Paciente séptico, em ventilação mecânica, com hemoglobina de 6,8 g/dL, sem sinais de isquemia miocárdica, conduzido com estratégia de redução de transfusões.
( ) Paciente com queda de plaquetas superior a 50% após 8 dias de uso de heparina, associada a trombose ileofemoral confirmada por Doppler.
( ) Paciente com hipotensão refratária a volume e vasopressores, cortisol basal < 15 μg/dL, após uso de etomidato na indução anestésica.
A sequência correta dessa associação é:
Analisando...
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  • David Castilho
    David Castilho EQUIPE
    20/09/2026 • 11:01
    Vamos falar sobre cuidados intensivos no pós-operatório, um momento crítico onde cada intervenção precisa estar muito alinhada com o quadro clínico do paciente para evitar complicações graves. É comum discutir estratégias como transfusão, prevenção de tromboembolismo, manejo da anticoagulação e suporte com corticoides quando necessário.

    O primeiro quadro citado envolve um paciente politraumatizado, pós-laparotomia, com múltiplos fatores de risco para TEV (tromboembolismo venoso), sem contraindicação para anticoagulação. Para esse paciente, a profilaxia para TEV é crucial para prevenir eventos tromboembólicos, então o tratamento correto é a (2) Profilaxia para tromboembolismo venoso.

    O segundo quadro descreve um paciente séptico em ventilação mecânica com hemoglobina baixa, 6,8 g/dL, mas sem sinais de isquemia miocárdica, e conduzido com estratégia de redução de transfusões. Isso indica o uso da (1) Estratégia transfusional restritiva, que evita transfusões desnecessárias e potenciais efeitos adversos.

    O terceiro caso mostra um paciente com queda de plaquetas maior que 50% após 8 dias de heparina, além de trombose ileofemoral confirmada. Esse quadro sugere trombocitopenia induzida pela heparina (HIT), que exige suspensão da heparina e uso de anticoagulação alternativa, ou seja, tratamento (3).

    Por fim, o paciente com hipotensão refratária após uso de etomidato e cortisol baixo requer reposição de corticoides sistêmicos, indicando o tratamento (4).

    Dessa forma, a sequência correta é (2); (1); (3); (4), que corresponde à alternativa b).
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