O termo Isquemia Crônica com Risco ao Membro (

O termo Isquemia Crônica com Risco ao Membro (Chronic Limb Threatening Ischemia- CLTI) substituiu o termo Isquemia Crítica. Com relação a este novo conceito...


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O termo Isquemia Crônica com Risco ao Membro (Chronic Limb Threatening Ischemia- CLTI) substituiu o termo Isquemia Crítica. Com relação a este novo conceito de isquemia, assinale a alternativa correta.
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  • Marcos de Castro
    Marcos de Castro EQUIPE
    20/09/2026 • 09:02
    Vamos conversar um pouco sobre o tema de isquemia crônica e como os termos foram atualizados para refletir melhor a realidade clínica. A isquemia de membro é uma condição grave causada pela redução do fluxo sanguíneo, que pode levar à perda do membro se não for tratada adequadamente. Antigamente se usava o termo "Isquemia Crítica", que destacava um estado avançado da doença, mas esse termo foi considerado limitado e foi substituído pelo de "Isquemia Crônica com Risco ao Membro" (Chronic Limb Threatening Ischemia - CLTI), que engloba melhor a gravidade e os sinais clínicos que indicam essa ameaça.

    Sobre as alternativas, a letra (a) diz que a isquemia é o fator que leva à perda do membro. Embora a isquemia seja a base do problema, a perda do membro depende de vários fatores, como infecção, extensão do dano tecidual e manejo clínico, então não é a isquemia isoladamente que leva à perda.

    Na alternativa (b), é afirmado que pacientes diagnosticados com Isquemia Crítica que não são revascularizados evoluem para amputação. Essa afirmação é simplista; nem todos evoluem para amputação, embora o risco aumente sem tratamento, o que torna a afirmação não exata em termos absolutos.

    A alternativa (c) destaca que a revascularização em pacientes fora do conceito antigo de Isquemia Crítica foi benéfica para acelerar a cicatrização de feridas. Isso é correto, pois o conceito novo abarca melhor os casos em que a intervenção precoce pode favorecer a cicatrização e evitar amputações, mesmo antes de uma isquemia considerada crítica segundo a definição anterior.

    Por fim, a alternativa (d) afirma que o novo conceito se aplica também a outras doenças, como tromboangeíte obliterante, síndrome do dedo azul e traumas. Isso não procede, pois o conceito de CLTI é específico para doença arterial periférica aterosclerótica e não para outras etiologias.

    Assim, a alternativa correta é a (c).
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