Matheus Fernandes
EQUIPE
20/09/2026 • 07:01
Essa questão aborda um tema muito comum em neurologia e oftalmologia: o reflexo pupilar na neurite óptica. Neurite óptica é uma inflamação do nervo óptico que causa perda visual, disco oftalmológico geralmente normal (no caso usual da neurite retrobulbar), e alteração do reflexo pupilar, especialmente o reflexo fotomotor.
Agora, vamos analisar os dados: a paciente tem dor periocular, dor no movimento ocular, perda visual progressiva, discromatopsia severa e defeito centro-cecal no campo visual, tudo típico de neurite óptica. O reflexo fotomotor direto está diminuído no olho afetado, mas o reflexo indireto está preservado no olho contralateral. Isso caracteriza um sinal conhecido como reflexo pupilar aferente relativo (RPAR).
O caminho do reflexo pupilar fotomotor consiste em uma via aferente, que é o nervo óptico levando a informação da luz ao núcleo pré-tectal, e uma via eferente que envolve o nervo oculomotor e o núcleo de Edinger-Westphal, levando o comando para o esfíncter da pupila. Na neurite óptica, há um dano à via aferente (nervo óptico), resultando em redução da resposta pupilar direta porque menos estímulo chega ao núcleo pré-tectal. Porém, o reflexo indireto permanece porque a via aferente do olho saudável está intacta.
Vamos às alternativas:
(a) Fala em degeneração pós-ganglionar na via parassimpática, o que não ocorre na neurite óptica, pois essa é uma lesão aferente e não eferente.
(b) Explica que a redução da transmissão na via aferente pré-quiasmática (nervo óptico antes da decussação) diminui o estímulo para os núcleos pré-tectais, causando assimetria do arco pupilar. Essa é a descrição correta do que acontece na neurite óptica.
(c) Refere que a lesão é eferente parassimpática, que não corresponde ao quadro, pois o problema não está na via de saída do comando pupilar, mas sim na entrada do estímulo.
(d) Menciona a via magnocelular e parvocelular, algo relacionado à via visual, não diretamente ao reflexo pupilar, e não explica a alteração pupilar observada.
Portanto, a alternativa correta é a letra b.
Agora, vamos analisar os dados: a paciente tem dor periocular, dor no movimento ocular, perda visual progressiva, discromatopsia severa e defeito centro-cecal no campo visual, tudo típico de neurite óptica. O reflexo fotomotor direto está diminuído no olho afetado, mas o reflexo indireto está preservado no olho contralateral. Isso caracteriza um sinal conhecido como reflexo pupilar aferente relativo (RPAR).
O caminho do reflexo pupilar fotomotor consiste em uma via aferente, que é o nervo óptico levando a informação da luz ao núcleo pré-tectal, e uma via eferente que envolve o nervo oculomotor e o núcleo de Edinger-Westphal, levando o comando para o esfíncter da pupila. Na neurite óptica, há um dano à via aferente (nervo óptico), resultando em redução da resposta pupilar direta porque menos estímulo chega ao núcleo pré-tectal. Porém, o reflexo indireto permanece porque a via aferente do olho saudável está intacta.
Vamos às alternativas:
(a) Fala em degeneração pós-ganglionar na via parassimpática, o que não ocorre na neurite óptica, pois essa é uma lesão aferente e não eferente.
(b) Explica que a redução da transmissão na via aferente pré-quiasmática (nervo óptico antes da decussação) diminui o estímulo para os núcleos pré-tectais, causando assimetria do arco pupilar. Essa é a descrição correta do que acontece na neurite óptica.
(c) Refere que a lesão é eferente parassimpática, que não corresponde ao quadro, pois o problema não está na via de saída do comando pupilar, mas sim na entrada do estímulo.
(d) Menciona a via magnocelular e parvocelular, algo relacionado à via visual, não diretamente ao reflexo pupilar, e não explica a alteração pupilar observada.
Portanto, a alternativa correta é a letra b.