Matheus Fernandes
EQUIPE
20/09/2026 • 07:01
Vamos analisar cada afirmativa detalhadamente.
A primeira afirmativa diz que a Doença Vascular Periférica (DVP) é a indicação mais comum para amputação, e que a avaliação deve ser sistêmica devido à prevalência de doenças concomitantes em outros vasos, como cerebrais, coronarianos e renais. Isso é verdadeiro, pois a DVP, especialmente associada ao diabetes, é uma causa frequente de amputações, e a avaliação do paciente é realmente ampla para identificar riscos adicionais.
A segunda afirmativa afirma que, em diabéticos, o índice tornozelobraquial (ITB) diminuído é o principal preditor para amputação, mais que a neuropatia periférica indicada pelo monofilamento de Semmes-Weinstein 5.07. Isso é controverso, pois embora o ITB seja um importante indicador da gravidade da doença vascular, a neuropatia periférica é essencial na avaliação do risco de úlceras e complicações que levam à amputação. Portanto, esta afirmação é falsa.
A terceira afirmativa fala sobre o estado nutricional e imunológico serem cruciais para a cicatrização, com albumina sérica abaixo de 3,5 g/dL e baixa contagem de linfócitos elevando o risco de complicações. Isso é verdadeiro, pois a desnutrição e imunossupressão comprometem a recuperação pós-amputação.
A quarta afirmativa indica que o gasto energético para caminhar aumenta com o comprimento do membro remanescente, justificando amputações mais proximais (como transfemoral) em idosos com baixa reserva fisiológica. Isso é falso, pois quanto mais proximal for a amputação, maior é o gasto energético para a deambulação, tornando a afirmação incorreta.
Assim, a sequência correta é: V; F; V; F.
Portanto, o gabarito é a alternativa "a".
A primeira afirmativa diz que a Doença Vascular Periférica (DVP) é a indicação mais comum para amputação, e que a avaliação deve ser sistêmica devido à prevalência de doenças concomitantes em outros vasos, como cerebrais, coronarianos e renais. Isso é verdadeiro, pois a DVP, especialmente associada ao diabetes, é uma causa frequente de amputações, e a avaliação do paciente é realmente ampla para identificar riscos adicionais.
A segunda afirmativa afirma que, em diabéticos, o índice tornozelobraquial (ITB) diminuído é o principal preditor para amputação, mais que a neuropatia periférica indicada pelo monofilamento de Semmes-Weinstein 5.07. Isso é controverso, pois embora o ITB seja um importante indicador da gravidade da doença vascular, a neuropatia periférica é essencial na avaliação do risco de úlceras e complicações que levam à amputação. Portanto, esta afirmação é falsa.
A terceira afirmativa fala sobre o estado nutricional e imunológico serem cruciais para a cicatrização, com albumina sérica abaixo de 3,5 g/dL e baixa contagem de linfócitos elevando o risco de complicações. Isso é verdadeiro, pois a desnutrição e imunossupressão comprometem a recuperação pós-amputação.
A quarta afirmativa indica que o gasto energético para caminhar aumenta com o comprimento do membro remanescente, justificando amputações mais proximais (como transfemoral) em idosos com baixa reserva fisiológica. Isso é falso, pois quanto mais proximal for a amputação, maior é o gasto energético para a deambulação, tornando a afirmação incorreta.
Assim, a sequência correta é: V; F; V; F.
Portanto, o gabarito é a alternativa "a".