Equipe Gabarite
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20/09/2026 • 06:01
Vamos falar sobre a Doença de Kienböck, que é uma condição importante para entender quando se trata de problemas no punho, especialmente no osso semilunar. Normalmente, essa doença leva a uma osteonecrose, ou seja, morte do osso devido à falta de circulação sanguínea. É comum em homens jovens adultos, geralmente de 15 a 40 anos, especialmente aqueles que realizam trabalho manual pesado. Os sintomas podem aparecer antes que a radiografia mostre algo.
A ressonância magnética é fundamental para diagnosticar precocemente, pois ela detecta alterações no osso mesmo antes que apareça na radiografia. Além disso, ajuda a diferenciar a Doença de Kienböck de outras condições similares, como a síndrome do impacto ulnar.
A tomografia computadorizada, por sua vez, é útil para identificar microfraturas no semilunar que a radiografia pode não mostrar, auxiliando no diagnóstico.
Porém, o item que diz que a doença, se não tratada, apresenta uma progressão invariavelmente lenta e que a imobilização com gesso é o tratamento definitivo está incorreto. Na verdade, sem tratamento adequado, a Doença de Kienböck pode evoluir para colapso do osso e degeneração do punho. Além disso, a imobilização por quatro semanas não é considerada tratamento definitivo; geralmente, casos mais avançados exigem procedimentos cirúrgicos.
Portanto, a alternativa incorreta é a letra c.
A ressonância magnética é fundamental para diagnosticar precocemente, pois ela detecta alterações no osso mesmo antes que apareça na radiografia. Além disso, ajuda a diferenciar a Doença de Kienböck de outras condições similares, como a síndrome do impacto ulnar.
A tomografia computadorizada, por sua vez, é útil para identificar microfraturas no semilunar que a radiografia pode não mostrar, auxiliando no diagnóstico.
Porém, o item que diz que a doença, se não tratada, apresenta uma progressão invariavelmente lenta e que a imobilização com gesso é o tratamento definitivo está incorreto. Na verdade, sem tratamento adequado, a Doença de Kienböck pode evoluir para colapso do osso e degeneração do punho. Além disso, a imobilização por quatro semanas não é considerada tratamento definitivo; geralmente, casos mais avançados exigem procedimentos cirúrgicos.
Portanto, a alternativa incorreta é a letra c.