Matheus Fernandes
EQUIPE
20/09/2026 • 06:01
Vamos conversar sobre a mononucleose infecciosa, uma doença causada pelo vírus Epstein-Barr (EBV), que pertence à família Herpesviridae. Esse vírus tem como alvo principal os linfócitos B, um tipo de célula do sistema imunológico. Quando o EBV infecta essas células, o corpo responde criando uma reação imune, que inclui linfócitos T atípicos que aparecem no sangue, algo característico da doença.
Sobre os sintomas, vale destacar que a doença geralmente se manifesta de forma mais grave em pessoas mais velhas, não em crianças ou jovens. Portanto, a alternativa (a) está incorreta porque diz o contrário.
Em relação à alternativa (b), é verdadeira. O EBV pode persistir na orofaringe por muito tempo, sendo uma fonte potencial de infecção e reinfecção. Além disso, a infecção pelo vírus pode aumentar o risco de problemas como tonsilites recorrentes e abscessos peritonsilares, devido à persistência do agente infeccioso.
Já a alternativa (c) apresenta uma informação errada: o diagnóstico da mononucleose infecciosa normalmente considera a presença de anticorpos IgM contra o VCA (antígeno do capsídeo viral) para indicar infecção aguda, enquanto o IgG indica infecção passada ou imunidade. O IgG positivo não é um marcador confiável de quadro agudo, portanto, a afirmação é falsa.
Por fim, a alternativa (d) está incorreta porque o tratamento da mononucleose é basicamente de suporte (repouso, hidratação, analgesia), sem indicação de antibioticoprofilaxia, pois não há alta taxa de infecção bacteriana secundária que justifique o uso preventivo de antibióticos.
Diante disso, a alternativa correta é a (b).
Sobre os sintomas, vale destacar que a doença geralmente se manifesta de forma mais grave em pessoas mais velhas, não em crianças ou jovens. Portanto, a alternativa (a) está incorreta porque diz o contrário.
Em relação à alternativa (b), é verdadeira. O EBV pode persistir na orofaringe por muito tempo, sendo uma fonte potencial de infecção e reinfecção. Além disso, a infecção pelo vírus pode aumentar o risco de problemas como tonsilites recorrentes e abscessos peritonsilares, devido à persistência do agente infeccioso.
Já a alternativa (c) apresenta uma informação errada: o diagnóstico da mononucleose infecciosa normalmente considera a presença de anticorpos IgM contra o VCA (antígeno do capsídeo viral) para indicar infecção aguda, enquanto o IgG indica infecção passada ou imunidade. O IgG positivo não é um marcador confiável de quadro agudo, portanto, a afirmação é falsa.
Por fim, a alternativa (d) está incorreta porque o tratamento da mononucleose é basicamente de suporte (repouso, hidratação, analgesia), sem indicação de antibioticoprofilaxia, pois não há alta taxa de infecção bacteriana secundária que justifique o uso preventivo de antibióticos.
Diante disso, a alternativa correta é a (b).