Equipe Gabarite
EQUIPE
20/09/2026 • 06:01
Essa questão traz um cenário bastante comum em otorrinolaringologia: um paciente com paralisia de prega vocal após cirurgia de tireoide. O paciente relata disfonia (voz soprosa e fadiga vocal) e a videolaringoscopia mostra paralisia da prega vocal direita em posição paramediana, com fenda glótica na fonacão. Isso indica que a prega está imóvel, mas em posição que ainda permite alguma aproximação das pregas vocais.
Um detalhe importante é que a eletromiografia laríngea demonstra potenciais de reinervação em evolução, ou seja, existe uma expectativa de recuperação nervosa. Além disso, não há episódios de aspiração, o que indica que a proteção das vias aéreas está razoavelmente preservada.
Diante disso, a melhor conduta nesse momento não é partir para uma cirurgia definitiva, como a tireoplastia tipo I, que busca medializar permanentemente a prega vocal paralisada para melhorar a voz e evitar aspiração. Essa indicação fica reservada para casos sem expectativa de melhora neurológica.
O melhor é optar pela injeção intracordal com material absorvível, que promove uma medialização temporária da prega vocal, melhora a voz e permite manutenção das vias aéreas enquanto o nervo tenta se regenerar, o que parece já estar ocorrendo.
Tireoplastias tipo II e IV não são indicadas para esse quadro específico. A tipo II visa ampliar a glote, mais usada para estenoses, e a tipo IV é pouco comum, relacionada a outras indicações.
Portanto, a conduta mais adequada, considerando a reinervação em evolução e a ausência de aspiração, é a injeção intracordal com material absorvível.
Um detalhe importante é que a eletromiografia laríngea demonstra potenciais de reinervação em evolução, ou seja, existe uma expectativa de recuperação nervosa. Além disso, não há episódios de aspiração, o que indica que a proteção das vias aéreas está razoavelmente preservada.
Diante disso, a melhor conduta nesse momento não é partir para uma cirurgia definitiva, como a tireoplastia tipo I, que busca medializar permanentemente a prega vocal paralisada para melhorar a voz e evitar aspiração. Essa indicação fica reservada para casos sem expectativa de melhora neurológica.
O melhor é optar pela injeção intracordal com material absorvível, que promove uma medialização temporária da prega vocal, melhora a voz e permite manutenção das vias aéreas enquanto o nervo tenta se regenerar, o que parece já estar ocorrendo.
Tireoplastias tipo II e IV não são indicadas para esse quadro específico. A tipo II visa ampliar a glote, mais usada para estenoses, e a tipo IV é pouco comum, relacionada a outras indicações.
Portanto, a conduta mais adequada, considerando a reinervação em evolução e a ausência de aspiração, é a injeção intracordal com material absorvível.