Equipe Gabarite
EQUIPE
20/09/2026 • 04:01
Nesta questão, estamos diante de um paciente idoso, tabagista, com massa pulmonar periférica e linfonodomegalias mediastinais ipsilaterais, sem metástases à distância e com bom Performance Status. O principal tema aqui é o manejo diagnóstico e terapêutico do câncer de pulmão em estágio inicial/intermediário, mais especificamente abordando a importância da avaliação do mediastino para o estadiamento correto.
No contexto do câncer de pulmão, o estadiamento é fundamental para planejar a melhor abordagem terapêutica. A presença de linfonodos aumentados no mediastino sugere acometimento ganglionar, que pode modificar o estágio da doença e, consequentemente, a estratégia de tratamento.
A alternativa (a) indica quimioterapia baseada em platina imediatamente, mas isso é precoce sem confirmar o estadiamento ganglionar. Já a (c) propõe intervenção cirúrgica direta, que só é indicada após estadiamento adequado, para saber se o paciente é candidato à cirurgia.
A alternativa (d), observação clínica, não é adequada no cenário de suspeita forte de malignidade e linfonodos aumentados, pois o delay de diagnóstico e tratamento pode prejudicar o prognóstico.
A conduta padrão e recomendada em casos com suspeita de acometimento mediastinal é a avaliação patológica invasiva dos linfonodos, preferencialmente com técnicas minimamente invasivas como a EBUS, ou ainda mediastinoscopia se necessário. Essa avaliação confirmará ou não a presença de metástases nos linfonodos mediastinais e definirá se o paciente deve ser submetido a cirurgia, quimioterapia, radioterapia ou combinação.
Portanto, a resposta correta é a alternativa (b) Realizar avaliação patológica mediastinal invasiva, preferencialmente por EBUS ou mediastinoscopia.
No contexto do câncer de pulmão, o estadiamento é fundamental para planejar a melhor abordagem terapêutica. A presença de linfonodos aumentados no mediastino sugere acometimento ganglionar, que pode modificar o estágio da doença e, consequentemente, a estratégia de tratamento.
A alternativa (a) indica quimioterapia baseada em platina imediatamente, mas isso é precoce sem confirmar o estadiamento ganglionar. Já a (c) propõe intervenção cirúrgica direta, que só é indicada após estadiamento adequado, para saber se o paciente é candidato à cirurgia.
A alternativa (d), observação clínica, não é adequada no cenário de suspeita forte de malignidade e linfonodos aumentados, pois o delay de diagnóstico e tratamento pode prejudicar o prognóstico.
A conduta padrão e recomendada em casos com suspeita de acometimento mediastinal é a avaliação patológica invasiva dos linfonodos, preferencialmente com técnicas minimamente invasivas como a EBUS, ou ainda mediastinoscopia se necessário. Essa avaliação confirmará ou não a presença de metástases nos linfonodos mediastinais e definirá se o paciente deve ser submetido a cirurgia, quimioterapia, radioterapia ou combinação.
Portanto, a resposta correta é a alternativa (b) Realizar avaliação patológica mediastinal invasiva, preferencialmente por EBUS ou mediastinoscopia.