Matheus Fernandes
EQUIPE
20/09/2026 • 04:01
Vamos falar um pouco sobre o acompanhamento do câncer de próstata após a cirurgia. Depois da prostatectomia radical, que é a retirada completa da próstata, o objetivo é que o PSA, que é o marcador tumoral, fique o mais baixo possível, preferencialmente indetectável. Valores de PSA indetectáveis indicam que a cirurgia foi eficaz e que não há doença aparente.
No caso da questão, o paciente ficou com PSA indetectável por dois anos, mas depois o PSA começou a subir progressivamente, com valores repetidos acima de 0,2 ng/mL. Isso é importante porque, na prática clínica, a elevação do PSA após prostatectomia radical, com níveis acima de 0,2 ng/mL confirmados em mais de uma dosagem, caracteriza a chamada recidiva bioquímica. Ou seja, o câncer pode ter retornado, mesmo que as imagens tradicionais (tomografia, cintilografia) não mostrem metástases.
A opção a fala em persistência de PSA, que ocorre quando o PSA permanece detectável logo após a cirurgia, o que não é o caso aqui, já que o paciente teve PSA indetectável por dois anos. A opção c fala em câncer de próstata resistente à castração, que é um outro cenário, geralmente relacionado a terapias hormonais, não explícito aqui. A opção d menciona PSA acima de 10 ng/mL, o que não corresponde ao valor do paciente.
Portanto, a elevação progressiva do PSA acima de 0,2 ng/mL após prostatectomia radical, com imagens negativas para metástase, caracteriza recidiva bioquímica pós-prostatectomia radical.
No caso da questão, o paciente ficou com PSA indetectável por dois anos, mas depois o PSA começou a subir progressivamente, com valores repetidos acima de 0,2 ng/mL. Isso é importante porque, na prática clínica, a elevação do PSA após prostatectomia radical, com níveis acima de 0,2 ng/mL confirmados em mais de uma dosagem, caracteriza a chamada recidiva bioquímica. Ou seja, o câncer pode ter retornado, mesmo que as imagens tradicionais (tomografia, cintilografia) não mostrem metástases.
A opção a fala em persistência de PSA, que ocorre quando o PSA permanece detectável logo após a cirurgia, o que não é o caso aqui, já que o paciente teve PSA indetectável por dois anos. A opção c fala em câncer de próstata resistente à castração, que é um outro cenário, geralmente relacionado a terapias hormonais, não explícito aqui. A opção d menciona PSA acima de 10 ng/mL, o que não corresponde ao valor do paciente.
Portanto, a elevação progressiva do PSA acima de 0,2 ng/mL após prostatectomia radical, com imagens negativas para metástase, caracteriza recidiva bioquímica pós-prostatectomia radical.