David Castilho
EQUIPE
20/09/2026 • 04:01
Esse tema aborda a importância da cirurgia no tratamento do carcinoma epitelial de ovário avançado, estabelecendo que o volume de doença residual pós-operatória está diretamente relacionado ao prognóstico do paciente. Para entender a questão, precisamos conhecer os termos usados para descrever o sucesso da cirurgia em retirar o máximo possível do tumor.
A citorredução ótima refere-se geralmente à cirurgia que deixa pouca ou nenhuma doença residual macroscópica — ou seja, o tumor visível a olho nu foi removido, podendo ainda restar doença microscópica. É importante dizer que alguns autores usam 'citorredução ótima' para indicar doença residual menor que 1 cm, mas a tendência moderna valoriza a ausência total da doença macroscópica.
Por outro lado, a citorredução subótima acontece quando permanece doença macroscópica significativa, ou seja, nódulos visíveis maiores que 1 cm. Já o termo citorredução completa indica que não há nenhuma doença visível após a cirurgia, nem mesmo doença macroscópica.
Agora, analisando as alternativas:
a) Diz que citorredução ótima é sinônimo de ausência de doença residual macroscópica. Isso nem sempre é correto, pois clássico em literatura, 'citorredução ótima' não exige ausência total da doença macroscópica, mas redução para menos que 1 cm. A ausência total é geralmente chamada de citorredução completa.
b) A citorredução subótima realmente caracteriza-se pela presença de doença macroscópica residual significativa, correto.
c) A citorredução incompleta, pelo contrário, indica a presença de doença macroscópica residual importante, e não exclusivamente doença residual microscópica. Portanto, essa alternativa está incorreta ao afirmar que incompleta seria só doença microscópica.
d) Citorredução completa é o principal objetivo e maior fator prognóstico modificável, o que é correto.
Portanto, a alternativa incorreta é a letra c) porque descreve erroneamente o conceito de citorredução incompleta.
A citorredução ótima refere-se geralmente à cirurgia que deixa pouca ou nenhuma doença residual macroscópica — ou seja, o tumor visível a olho nu foi removido, podendo ainda restar doença microscópica. É importante dizer que alguns autores usam 'citorredução ótima' para indicar doença residual menor que 1 cm, mas a tendência moderna valoriza a ausência total da doença macroscópica.
Por outro lado, a citorredução subótima acontece quando permanece doença macroscópica significativa, ou seja, nódulos visíveis maiores que 1 cm. Já o termo citorredução completa indica que não há nenhuma doença visível após a cirurgia, nem mesmo doença macroscópica.
Agora, analisando as alternativas:
a) Diz que citorredução ótima é sinônimo de ausência de doença residual macroscópica. Isso nem sempre é correto, pois clássico em literatura, 'citorredução ótima' não exige ausência total da doença macroscópica, mas redução para menos que 1 cm. A ausência total é geralmente chamada de citorredução completa.
b) A citorredução subótima realmente caracteriza-se pela presença de doença macroscópica residual significativa, correto.
c) A citorredução incompleta, pelo contrário, indica a presença de doença macroscópica residual importante, e não exclusivamente doença residual microscópica. Portanto, essa alternativa está incorreta ao afirmar que incompleta seria só doença microscópica.
d) Citorredução completa é o principal objetivo e maior fator prognóstico modificável, o que é correto.
Portanto, a alternativa incorreta é a letra c) porque descreve erroneamente o conceito de citorredução incompleta.