Matheus Fernandes
EQUIPE
20/09/2026 • 04:01
Nesta questão, o foco é o tratamento adjuvante para câncer de mama invasivo HER2-positivo, com estadiamento pT2N1.
O câncer de mama HER2-positivo é agressivo e costuma responder muito bem a terapias específicas contra o HER2, como o Trastuzumabe. Após cirurgia, a estratégia usual para reduzir o risco de recorrência envolve a quimioterapia combinada com o Trastuzumabe, que é um anticorpo monoclonal direcionado ao receptor HER2.
Vamos analisar as alternativas:
- Anastrozol (a) é um inibidor de aromatase usado no tratamento hormonal para câncer de mama receptor hormonal positivo, mas não é a primeira escolha isoladamente para HER2-positivo.
- A quimioterapia com agentes como taxanos e/ou antraciclinas associada ao Trastuzumabe (b) é o padrão-ouro para pacientes com HER2-positivo e doença operável com risco intermediário a alto de recorrência.
- Inibidores de CDK4/6 (c) são usados principalmente em câncer de mama com receptor hormonal positivo e HER2-negativo, não sendo padrão para HER2-positivo.
- Olaparibe (d) é um inibidor de PARP usado em cânceres com mutações BRCA, não indicado em monoterapia para câncer HER2-positivo.
Portanto, a estratégia terapêutica padronizada para reduzir risco de recorrência nesse cenário é a quimioterapia combinada ao Trastuzumabe.
O câncer de mama HER2-positivo é agressivo e costuma responder muito bem a terapias específicas contra o HER2, como o Trastuzumabe. Após cirurgia, a estratégia usual para reduzir o risco de recorrência envolve a quimioterapia combinada com o Trastuzumabe, que é um anticorpo monoclonal direcionado ao receptor HER2.
Vamos analisar as alternativas:
- Anastrozol (a) é um inibidor de aromatase usado no tratamento hormonal para câncer de mama receptor hormonal positivo, mas não é a primeira escolha isoladamente para HER2-positivo.
- A quimioterapia com agentes como taxanos e/ou antraciclinas associada ao Trastuzumabe (b) é o padrão-ouro para pacientes com HER2-positivo e doença operável com risco intermediário a alto de recorrência.
- Inibidores de CDK4/6 (c) são usados principalmente em câncer de mama com receptor hormonal positivo e HER2-negativo, não sendo padrão para HER2-positivo.
- Olaparibe (d) é um inibidor de PARP usado em cânceres com mutações BRCA, não indicado em monoterapia para câncer HER2-positivo.
Portanto, a estratégia terapêutica padronizada para reduzir risco de recorrência nesse cenário é a quimioterapia combinada ao Trastuzumabe.