Paciente com diagnóstico de carcinoma invasivo de mama HER2-positivo foi subm...

Paciente com diagnóstico de carcinoma invasivo de mama HER2-positivo foi submetida a tratamento cirúrgico primário. O laudo anatomopatológico revela tumor de 3,5 cm (pT2) e comprometimento de 2 dos...


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Paciente com diagnóstico de carcinoma invasivo de mama HER2-positivo foi submetida a tratamento cirúrgico primário. O laudo anatomopatológico revela tumor de 3,5 cm (pT2) e comprometimento de 2 dos 15 linfonodos axilares ressecados (pN1). A paciente apresenta bom status funcional e ausência de comorbidades cardíacas.
Diante do estadiamento patológico e do perfil tumoral, qual estratégia terapêutica adjuvante é considerada o padrão de cuidado para redução do risco de recorrência?
Analisando...
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  • Matheus Fernandes
    Matheus Fernandes EQUIPE
    20/09/2026 • 04:01
    Nesta questão, o foco é o tratamento adjuvante para câncer de mama invasivo HER2-positivo, com estadiamento pT2N1.

    O câncer de mama HER2-positivo é agressivo e costuma responder muito bem a terapias específicas contra o HER2, como o Trastuzumabe. Após cirurgia, a estratégia usual para reduzir o risco de recorrência envolve a quimioterapia combinada com o Trastuzumabe, que é um anticorpo monoclonal direcionado ao receptor HER2.

    Vamos analisar as alternativas:
    - Anastrozol (a) é um inibidor de aromatase usado no tratamento hormonal para câncer de mama receptor hormonal positivo, mas não é a primeira escolha isoladamente para HER2-positivo.
    - A quimioterapia com agentes como taxanos e/ou antraciclinas associada ao Trastuzumabe (b) é o padrão-ouro para pacientes com HER2-positivo e doença operável com risco intermediário a alto de recorrência.
    - Inibidores de CDK4/6 (c) são usados principalmente em câncer de mama com receptor hormonal positivo e HER2-negativo, não sendo padrão para HER2-positivo.
    - Olaparibe (d) é um inibidor de PARP usado em cânceres com mutações BRCA, não indicado em monoterapia para câncer HER2-positivo.

    Portanto, a estratégia terapêutica padronizada para reduzir risco de recorrência nesse cenário é a quimioterapia combinada ao Trastuzumabe.
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