Camila Duarte
EQUIPE
20/09/2026 • 03:01
Neste caso, estamos diante de um paciente com câncer colorretal metastático que apresenta a mutação BRAF V600E e é estável para microssatélites (MSS). Essa combinação de características moleculares é importante para definir o tratamento, pois o status de mutação BRAF confere um pior prognóstico e pode direcionar terapias específicas.
O tratamento inicial com FOLFOX (que inclui oxaliplatina, 5-fluorouracil e leucovorina) foi feito, mas houve progressão da doença, indicando que a doença não respondeu bem à primeira linha e é necessário ajustar a estratégia.
Na segunda linha de tratamento para pacientes com mutação BRAF V600E e MSS, estudos clínicos mostraram que a combinação do inibidor de BRAF, Encorafenibe, com o anticorpo anti-EGFR Cetuximabe, apresenta melhora significativa na sobrevida global comparada a opções mais tradicionais, como quimioterapia isolada. Isso ocorre porque a terapia alvo corrige a via celular alterada pela mutação BRAF.
A opção de imunoterapia com pembrolizumabe é indicada principalmente para tumores com instabilidade de microssatélites (MSI-High), o que não é o caso desse paciente, que é MSS.
Portanto, a conduta recomendada com maior evidência para segunda linha é o uso de Encorafenibe associado a Cetuximabe.
O tratamento inicial com FOLFOX (que inclui oxaliplatina, 5-fluorouracil e leucovorina) foi feito, mas houve progressão da doença, indicando que a doença não respondeu bem à primeira linha e é necessário ajustar a estratégia.
Na segunda linha de tratamento para pacientes com mutação BRAF V600E e MSS, estudos clínicos mostraram que a combinação do inibidor de BRAF, Encorafenibe, com o anticorpo anti-EGFR Cetuximabe, apresenta melhora significativa na sobrevida global comparada a opções mais tradicionais, como quimioterapia isolada. Isso ocorre porque a terapia alvo corrige a via celular alterada pela mutação BRAF.
A opção de imunoterapia com pembrolizumabe é indicada principalmente para tumores com instabilidade de microssatélites (MSI-High), o que não é o caso desse paciente, que é MSS.
Portanto, a conduta recomendada com maior evidência para segunda linha é o uso de Encorafenibe associado a Cetuximabe.