Matheus Fernandes
EQUIPE
20/09/2026 • 03:01
Nesta questão, estamos tratando do manejo perioperatório de um paciente com doença coronariana prévia e outras comorbidades importantes (diabetes, insuficiência renal) que será submetido a cirurgia eletiva de grande porte. O ponto central aqui é avaliar o risco cardiovascular do paciente para a cirurgia e decidir se há necessidade de investigações invasivas ou intervenções prévias que possam reduzir o risco de complicações cardíacas.
O paciente possui uma fração de ejeção do ventrículo esquerdo levemente reduzida (46%), com história de infarto e revascularização prévia, mas apresenta boa capacidade funcional (atividades de pelo menos 4 METs) e está estável clinicamente. Segundo as diretrizes atuais de avaliação cardiovascular perioperatória (por exemplo, as da Sociedade Brasileira de Cardiologia e similares internacionais), pacientes com função cardíaca estável e capacidade funcional satisfatória podem ser liberados para cirurgia sem necessidade de angiografia coronariana invasiva de rotina ou revascularização prévia, desde que haja otimização medicamentosa e monitorização adequada no perioperatório.
Portanto, a conduta mais apropriada é a que recomenda seguir com a cirurgia, otimizando a medicação e monitorizando o paciente, sem solicitar exames invasivos desnecessários. Intervenções agressivas, como angiografia de rotina ou adiamento indefinido para reabilitação, não são indicadas nesse cenário, assim como a suspensão de antiagregantes e estatinas, que são importantes para a proteção cardiovascular e não devem ser interrompidos sem indicação clara.
Assim, a alternativa correta é a b).
O paciente possui uma fração de ejeção do ventrículo esquerdo levemente reduzida (46%), com história de infarto e revascularização prévia, mas apresenta boa capacidade funcional (atividades de pelo menos 4 METs) e está estável clinicamente. Segundo as diretrizes atuais de avaliação cardiovascular perioperatória (por exemplo, as da Sociedade Brasileira de Cardiologia e similares internacionais), pacientes com função cardíaca estável e capacidade funcional satisfatória podem ser liberados para cirurgia sem necessidade de angiografia coronariana invasiva de rotina ou revascularização prévia, desde que haja otimização medicamentosa e monitorização adequada no perioperatório.
Portanto, a conduta mais apropriada é a que recomenda seguir com a cirurgia, otimizando a medicação e monitorizando o paciente, sem solicitar exames invasivos desnecessários. Intervenções agressivas, como angiografia de rotina ou adiamento indefinido para reabilitação, não são indicadas nesse cenário, assim como a suspensão de antiagregantes e estatinas, que são importantes para a proteção cardiovascular e não devem ser interrompidos sem indicação clara.
Assim, a alternativa correta é a b).