Equipe Gabarite
EQUIPE
20/09/2026 • 03:01
Essa questão aborda a avaliação e manejo de um paciente com dor torácica atípica e evidências de doença arterial coronariana (DAC) obtidas por diversos exames complementares.
Primeiro, temos o teste ergométrico com dor e redução de ST durante esforço, sugerindo isquemia. A cintilografia mostra um defeito reversível moderado, indicando isquemia viável em cerca de 12% do miocárdio, o que é clínicamente relevante. A angiotomografia revela estenose de 65% na artéria descendente anterior (DA) e calcificação moderada; porém, o FFR-CT é 0,81, valor considerado marginal (geralmente o corte é 0,80 para isquemia significativa).
O Holter indica arritmias leves, e o MAPA mostra perfil não-dipper, que é um fator de risco cardiovascular, mas não justifica, por si só, não investigar a doença coronariana.
No conjunto, o paciente apresenta evidência de isquemia moderada, mas com FFR-CT marginal. A conduta atual, segundo as diretrizes, é manejo conservador, com otimização do tratamento medicamentoso (estatinas, antiagregantes, betabloqueadores, IECA ou nitratos) e considerar um exame funcional invasivo, como o FFR invasivo, caso os sintomas persistam e haja dúvida diagnóstica.
Portanto, a alternativa que melhor reflete essa abordagem é a letra c). As outras opções apresentam erros: a) exagera na indicação de intervenção invasiva, b) ignora a necessidade de investigação coronariana e restrige o foco apenas às arritmias e pressão, d) incorretamente descarta a doença isquêmica.
Gabarito: c
Primeiro, temos o teste ergométrico com dor e redução de ST durante esforço, sugerindo isquemia. A cintilografia mostra um defeito reversível moderado, indicando isquemia viável em cerca de 12% do miocárdio, o que é clínicamente relevante. A angiotomografia revela estenose de 65% na artéria descendente anterior (DA) e calcificação moderada; porém, o FFR-CT é 0,81, valor considerado marginal (geralmente o corte é 0,80 para isquemia significativa).
O Holter indica arritmias leves, e o MAPA mostra perfil não-dipper, que é um fator de risco cardiovascular, mas não justifica, por si só, não investigar a doença coronariana.
No conjunto, o paciente apresenta evidência de isquemia moderada, mas com FFR-CT marginal. A conduta atual, segundo as diretrizes, é manejo conservador, com otimização do tratamento medicamentoso (estatinas, antiagregantes, betabloqueadores, IECA ou nitratos) e considerar um exame funcional invasivo, como o FFR invasivo, caso os sintomas persistam e haja dúvida diagnóstica.
Portanto, a alternativa que melhor reflete essa abordagem é a letra c). As outras opções apresentam erros: a) exagera na indicação de intervenção invasiva, b) ignora a necessidade de investigação coronariana e restrige o foco apenas às arritmias e pressão, d) incorretamente descarta a doença isquêmica.
Gabarito: c