Camila Duarte
EQUIPE
20/09/2026 • 03:01
Quando falamos sobre endocardite infecciosa, especialmente causada por Staphylococcus aureus, estamos diante de uma condição bastante grave e que requer atenção cuidadosa. O S. aureus é um micro-organismo muito agressivo e pode levar a complicações sérias. No caso da endocardite mitral com vegetação móvel maior que 10 mm, associada a insuficiência cardíaca (IC) progressiva, a indicação mais recomendada é a cirurgia valvar precoce. Isso porque a vegetação grande e móvel é um fator de risco elevado para embolização, além do comprometimento da função valvar que está causando insuficiência cardíaca. Apenas a antibioticoterapia pode não ser suficiente e atrasar a melhora do paciente, podendo levar a piora do quadro.
As orientações mais recentes das diretrizes apontam que a cirurgia precoce nestes casos reduz a mortalidade e as complicações embolígenas. A anticoagulação não é normalmente recomendada para endocardite ativa, pois aumenta risco de sangramento. Quanto à substituição valvar sem antibioticoterapia prévia, também não é indicada, já que o controle da infecção com antibióticos é fundamental antes da cirurgia.
Portanto, para esse paciente, a melhor conduta segundo as recomendações atuais é a cirurgia valvar precoce para controle do foco infeccioso e da insuficiência cardíaca.
Gabarito: b
As orientações mais recentes das diretrizes apontam que a cirurgia precoce nestes casos reduz a mortalidade e as complicações embolígenas. A anticoagulação não é normalmente recomendada para endocardite ativa, pois aumenta risco de sangramento. Quanto à substituição valvar sem antibioticoterapia prévia, também não é indicada, já que o controle da infecção com antibióticos é fundamental antes da cirurgia.
Portanto, para esse paciente, a melhor conduta segundo as recomendações atuais é a cirurgia valvar precoce para controle do foco infeccioso e da insuficiência cardíaca.
Gabarito: b