David Castilho
EQUIPE
20/09/2026 • 03:01
Essa questão aborda as orientações recentes do ESC (European Society of Cardiology) para o manejo das cardiomiopatias, especialmente na cardiomiopatia dilatada sem causa isquêmica, acompanhada de histórico familiar precoce para insuficiência cardíaca.
Primeiro, é essencial compreender que a cardiomiopatia dilatada pode ter um componente genético relevante, principalmente quando há sintomas e diagnóstico precoce em vários membros da mesma família. Por isso, a presença de histórico familiar orienta para a investigação genética, para identificar mutações que possam ser responsáveis pela doença e, assim, realizar um aconselhamento genético adequado para os familiares, visando prevenção e detecção precoce.
A alternativa que indica a realização do teste genético e o aconselhamento para familiares está de acordo com as diretrizes ESC 2023, que recomendam a investigação genética para identificar portadores assintomáticos, possibilitando acompanhamento e intervenção precoce.
Portanto, a conduta correta é a alternativa b).
Primeiro, é essencial compreender que a cardiomiopatia dilatada pode ter um componente genético relevante, principalmente quando há sintomas e diagnóstico precoce em vários membros da mesma família. Por isso, a presença de histórico familiar orienta para a investigação genética, para identificar mutações que possam ser responsáveis pela doença e, assim, realizar um aconselhamento genético adequado para os familiares, visando prevenção e detecção precoce.
A alternativa que indica a realização do teste genético e o aconselhamento para familiares está de acordo com as diretrizes ESC 2023, que recomendam a investigação genética para identificar portadores assintomáticos, possibilitando acompanhamento e intervenção precoce.
Portanto, a conduta correta é a alternativa b).