David Castilho
EQUIPE
20/09/2026 • 02:01
Esta questão trata de um cenário clássico na prática clínica: a bacteriúria assintomática em mulheres. Aqui, temos uma mulher de 35 anos com exame de rotina mostrando a presença de Escherichia coli na urina em uma concentração significativa (mais de 100.000 unidades formadoras de colônias), mas sem sintomas de infecção urinária e sem leucocitúria. Isso sugere a presença de bacteriúria assintomática.
Bacteriúria assintomática é a presença de bactérias na urina em alta quantidade sem sintomas de infecção urinária. Na maioria das mulheres não gestantes, essa condição não requer tratamento, pois a terapia com antibióticos não mostra benefícios e pode levar à resistência bacteriana e outros efeitos adversos. A indicação de tratamento existe principalmente em gestantes, pacientes que passarão por procedimentos urológicos invasivos, ou em imunossuprimidos específicos.
No caso da paciente da questão, ela é jovem, não gestante (beta-HCG negativo), sem sintomas e com exame físico normal. Portanto, a conduta recomendada é observar, sem tratamento. Repetir a urocultura, usar antibióticos (nitrofurantoína, fosfomicina, norfloxacino) não é indicado, pois pode causar mais mal que benefício.
Dessa forma, a melhor conduta é a alternativa que indica nenhum tratamento.
Bacteriúria assintomática é a presença de bactérias na urina em alta quantidade sem sintomas de infecção urinária. Na maioria das mulheres não gestantes, essa condição não requer tratamento, pois a terapia com antibióticos não mostra benefícios e pode levar à resistência bacteriana e outros efeitos adversos. A indicação de tratamento existe principalmente em gestantes, pacientes que passarão por procedimentos urológicos invasivos, ou em imunossuprimidos específicos.
No caso da paciente da questão, ela é jovem, não gestante (beta-HCG negativo), sem sintomas e com exame físico normal. Portanto, a conduta recomendada é observar, sem tratamento. Repetir a urocultura, usar antibióticos (nitrofurantoína, fosfomicina, norfloxacino) não é indicado, pois pode causar mais mal que benefício.
Dessa forma, a melhor conduta é a alternativa que indica nenhum tratamento.