Marcos de Castro
EQUIPE
20/09/2026 • 02:01
Essa questão aborda o manejo do diabetes mellitus tipo 2 em um paciente idoso com múltiplas comorbidades, incluindo doença renal crônica, doença arterial coronariana, fibrilação atrial, neuropatia e retinopatia diabética. Ele já faz uso de uma combinação de insulina basal, metformina, empagliflozina, glipizida e semaglutida, e apresenta HbA1c de 7,5%, o que sugere um controle razoável da glicemia, embora ainda acima do ideal para alguns protocolos.
O paciente relata episódios de suores noturnos, que podem indicar hipoglicemia noturna, principalmente pela associação de insulina com sulfonilureia (glipizida), que é um fator de risco para hipoglicemias. Além disso, embora a HbA1c esteja relativamente estável, seus níveis de glicemia capilar estão elevados pela manhã, o que sugere variações glicêmicas ao longo do dia.
Dado o uso de glipizida, que tem alto risco de causar hipoglicemia, e os episódios sugestivos de hipoglicemia noturna, a conduta recomendada seria melhorar o monitoramento glicêmico para ajustar melhor a medicação e prevenir eventos adversos graves. A glicemia capilar medida apenas pela manhã não detecta adequadamente flutuações durante o dia e especialmente hipoglicemias noturnas.
Sendo assim, o monitoramento diagnóstico contínuo da glicose (monitoramento contínuo ou flash) seria a melhor opção para identificar padrões glicêmicos, incluindo hipoglicemias, permitindo um manejo mais seguro e personalizado das medicações, inclusive a possibilidade de ajuste ou retirada da glipizida para reduzir risco de hipoglicemia.
Portanto, a melhor conduta é a alternativa 'e) realizar monitoramento diagnóstico contínuo da glicose'.
O paciente relata episódios de suores noturnos, que podem indicar hipoglicemia noturna, principalmente pela associação de insulina com sulfonilureia (glipizida), que é um fator de risco para hipoglicemias. Além disso, embora a HbA1c esteja relativamente estável, seus níveis de glicemia capilar estão elevados pela manhã, o que sugere variações glicêmicas ao longo do dia.
Dado o uso de glipizida, que tem alto risco de causar hipoglicemia, e os episódios sugestivos de hipoglicemia noturna, a conduta recomendada seria melhorar o monitoramento glicêmico para ajustar melhor a medicação e prevenir eventos adversos graves. A glicemia capilar medida apenas pela manhã não detecta adequadamente flutuações durante o dia e especialmente hipoglicemias noturnas.
Sendo assim, o monitoramento diagnóstico contínuo da glicose (monitoramento contínuo ou flash) seria a melhor opção para identificar padrões glicêmicos, incluindo hipoglicemias, permitindo um manejo mais seguro e personalizado das medicações, inclusive a possibilidade de ajuste ou retirada da glipizida para reduzir risco de hipoglicemia.
Portanto, a melhor conduta é a alternativa 'e) realizar monitoramento diagnóstico contínuo da glicose'.