Matheus Fernandes
EQUIPE
20/09/2026 • 01:01
Vamos falar um pouco sobre epifisiólise proximal do fêmur, que é uma condição comum em adolescentes e pode ser difícil de detectar nos estágios iniciais pelas radiografias convencionais. Essa doença ocorre pela instabilidade da placa de crescimento (física) do fêmur proximal, o que causa deslocamento da epífise em relação à metáfise.
Esse problema costuma ser indicado por dor no quadril e dificuldade para caminhar, mas as radiografias em AP e frog-leg podem não mostrar alterações iniciais. Por isso, exames de imagem mais sensíveis são necessários para confirmar o diagnóstico cedo.
A ressonância magnética é o exame ideal nesses casos, porque consegue detectar alterações precoces como edema ósseo (inchaço) e alterações na placa de crescimento antes que o osso se desloque. Edema na metáfise e alargamento da placa de crescimento são sinais clássicos que indicam o início da epifisiólise.
Vamos analisar as alternativas: a tomografia tem pouca sensibilidade para alterações da placa; a cintilografia óssea não usa Índio, e sim Tecnécio; ultrassonografia pode mostrar líquido na cápsula, mas não é o exame mais adequado para epifisiólise; a ressonância na cabeça do fêmur com sinais inflamatórios abundantes não é típico do quadro inicial.
Portanto, a alternativa correta é a (c), que descreve ressonância magnética com edema na metáfise e alargamento da placa de crescimento, o que evidenciaria a epifisiólise mesmo com raio-X normal.
Gabarito: c
Esse problema costuma ser indicado por dor no quadril e dificuldade para caminhar, mas as radiografias em AP e frog-leg podem não mostrar alterações iniciais. Por isso, exames de imagem mais sensíveis são necessários para confirmar o diagnóstico cedo.
A ressonância magnética é o exame ideal nesses casos, porque consegue detectar alterações precoces como edema ósseo (inchaço) e alterações na placa de crescimento antes que o osso se desloque. Edema na metáfise e alargamento da placa de crescimento são sinais clássicos que indicam o início da epifisiólise.
Vamos analisar as alternativas: a tomografia tem pouca sensibilidade para alterações da placa; a cintilografia óssea não usa Índio, e sim Tecnécio; ultrassonografia pode mostrar líquido na cápsula, mas não é o exame mais adequado para epifisiólise; a ressonância na cabeça do fêmur com sinais inflamatórios abundantes não é típico do quadro inicial.
Portanto, a alternativa correta é a (c), que descreve ressonância magnética com edema na metáfise e alargamento da placa de crescimento, o que evidenciaria a epifisiólise mesmo com raio-X normal.
Gabarito: c