Ingrid Nunes
EQUIPE
19/09/2026 • 23:01
Vamos falar um pouco sobre a luxação acromioclavicular, que é uma lesão comum no ombro, especialmente em esportes de contato. Essa luxação ocorre quando há uma separação entre a clavícula e o acrômio, e o tratamento pode variar dependendo da gravidade e da cronicidade da lesão.
No caso das luxações agudas, o tratamento cirúrgico está indicado principalmente para lesões mais graves, como as que apresentam ruptura dos ligamentos coracoclaviculares, que são essenciais para a estabilização vertical da articulação.
A reconstrução ou reparo desses ligamentos (ligeiramente reforçado pela alternativa 'a') é fundamental para restaurar a estabilidade e a função do ombro após luxação significativa. As técnicas variam, mas o foco é garantir que esses ligamentos sejam restaurados.
Quanto às outras opções:
- A estabilização com placa e parafusos (alternativa 'b') não é padrão obrigatório, podendo ser utilizada em alguns casos, mas não de forma geral.
- O desalinhamento máximo citado na 'c' não é um critério absoluto de indicação cirúrgica, mas sim uma referência de avaliação.
- O reparo somente do ligamento conoide (alternativa 'd') é insuficiente, já que os ligamentos coracoclaviculares incluem o conoide e o trapezoide, ambos importantes.
- A ressecção da clavícula distal (alternativa 'e') está mais relacionada a outras patologias, como artrite acromioclavicular crônica, não sendo uma prática obrigatória no tratamento de luxações agudas.
Portanto, o que é obrigatório no tratamento cirúrgico de uma luxação acromioclavicular aguda é o reparo ou reconstrução dos ligamentos coracoclaviculares para restaurar a estabilidade.
Gabarito: a
No caso das luxações agudas, o tratamento cirúrgico está indicado principalmente para lesões mais graves, como as que apresentam ruptura dos ligamentos coracoclaviculares, que são essenciais para a estabilização vertical da articulação.
A reconstrução ou reparo desses ligamentos (ligeiramente reforçado pela alternativa 'a') é fundamental para restaurar a estabilidade e a função do ombro após luxação significativa. As técnicas variam, mas o foco é garantir que esses ligamentos sejam restaurados.
Quanto às outras opções:
- A estabilização com placa e parafusos (alternativa 'b') não é padrão obrigatório, podendo ser utilizada em alguns casos, mas não de forma geral.
- O desalinhamento máximo citado na 'c' não é um critério absoluto de indicação cirúrgica, mas sim uma referência de avaliação.
- O reparo somente do ligamento conoide (alternativa 'd') é insuficiente, já que os ligamentos coracoclaviculares incluem o conoide e o trapezoide, ambos importantes.
- A ressecção da clavícula distal (alternativa 'e') está mais relacionada a outras patologias, como artrite acromioclavicular crônica, não sendo uma prática obrigatória no tratamento de luxações agudas.
Portanto, o que é obrigatório no tratamento cirúrgico de uma luxação acromioclavicular aguda é o reparo ou reconstrução dos ligamentos coracoclaviculares para restaurar a estabilidade.
Gabarito: a