Ingrid Nunes
EQUIPE
19/09/2026 • 22:01
O tema central desta questão gira em torno do potencial evocado auditivo de tronco encefálico (PEATE), exame usado para avaliar a integridade das vias auditivas do nervo vestibulococlear e suas conexões no tronco encefálico.
No caso desse paciente de 72 anos com schwannoma do nervo vestibular à direita, é importante entender que o schwannoma é um tumor que afeta o nervo vestibulococlear, podendo comprometer a condução elétrica dos impulsos ao longo desse nervo e seus núcleos.
O PEATE registra ondas geradas em pontos específicos da via auditiva. A onda I é gerada pelo nervo auditivo periférico, a onda III pela região do núcleo coclear e a onda V pelo complexo olivar superior no tronco encefálico. Se houver um tumor no nervo vestibular, a condução dos sinais ao longo desse nervo ficará atrasada, impactando as latências das ondas, especialmente aquelas que dependem da condução nervosa prejudicada.
Na prática, espera-se que a latência da onda I permaneça normal, pois ela reflete a resposta do nervo auditivo até a sua entrada no tronco encefálico; já as ondas III e V, que dependem de estruturas mais centrais, apresentem atraso. Além disso, os intervalos interpicos, que refletem o tempo entre essas ondas, também podem estar aumentados, especialmente entre I-III e I-V, por conta do bloqueio ou atraso na condução nervosa induzido pelo schwannoma.
Analisando as alternativas, a que melhor descreve este quadro é a letra e): latência da onda I dentro dos critérios de referência, atraso de latência das ondas III e V, aumento dos intervalos interpicos I-III e I-V.
Logo, o gabarito correto é a letra e).
No caso desse paciente de 72 anos com schwannoma do nervo vestibular à direita, é importante entender que o schwannoma é um tumor que afeta o nervo vestibulococlear, podendo comprometer a condução elétrica dos impulsos ao longo desse nervo e seus núcleos.
O PEATE registra ondas geradas em pontos específicos da via auditiva. A onda I é gerada pelo nervo auditivo periférico, a onda III pela região do núcleo coclear e a onda V pelo complexo olivar superior no tronco encefálico. Se houver um tumor no nervo vestibular, a condução dos sinais ao longo desse nervo ficará atrasada, impactando as latências das ondas, especialmente aquelas que dependem da condução nervosa prejudicada.
Na prática, espera-se que a latência da onda I permaneça normal, pois ela reflete a resposta do nervo auditivo até a sua entrada no tronco encefálico; já as ondas III e V, que dependem de estruturas mais centrais, apresentem atraso. Além disso, os intervalos interpicos, que refletem o tempo entre essas ondas, também podem estar aumentados, especialmente entre I-III e I-V, por conta do bloqueio ou atraso na condução nervosa induzido pelo schwannoma.
Analisando as alternativas, a que melhor descreve este quadro é a letra e): latência da onda I dentro dos critérios de referência, atraso de latência das ondas III e V, aumento dos intervalos interpicos I-III e I-V.
Logo, o gabarito correto é a letra e).