Matheus Fernandes
EQUIPE
19/09/2026 • 22:01
Vamos falar sobre as perdas auditivas hereditárias, um tema muito comum em genética médica e audiologia. Essas perdas podem ser divididas em sindrômicas e não sindrômicas, e possuem diferentes padrões de herança, como autossômica dominante, autossômica recessiva, ligada ao X e mitocondrial.
A alternativa (a) está correta. A maioria das perdas auditivas pré-linguais (antes do desenvolvimento da fala) não sindrômicas ocorre por herança autossômica recessiva. Isso significa que ambos os pais são portadores assintomáticos e precisam passar a mutação para a criança manifestar a surdez.
A alternativa (b) está incorreta, pois geralmente as perdas auditivas autossômicas dominantes com surdez ao nascimento não têm forte associação com malformações cocleares. Essas malformações estão mais ligadas a outras condições.
Na alternativa (c), a afirmação é incorreta porque as perdas auditivas não sindrômicas representam a maioria dos casos genéticos, e a mutação no gene GJB2 (que codifica a conexina 26) está associada principalmente a perdas não sindrômicas, não sindrômicas são a maioria, não as sindrômicas.
A alternativa (d) está errada porque na transmissão mitocondrial, o DNA é herdado exclusivamente pela mãe, nunca pelo pai, e a perda auditiva pode ou não estar presente em todas as gerações devido à heteroplasmia.
Por fim, a alternativa (e) está incorreta pois as formas sindrômicas podem causar perda auditiva neurossensorial, condutiva ou mista, e nem sempre estão relacionadas exclusivamente a cocleopatias.
Portanto, a alternativa correta é a (a).
A alternativa (a) está correta. A maioria das perdas auditivas pré-linguais (antes do desenvolvimento da fala) não sindrômicas ocorre por herança autossômica recessiva. Isso significa que ambos os pais são portadores assintomáticos e precisam passar a mutação para a criança manifestar a surdez.
A alternativa (b) está incorreta, pois geralmente as perdas auditivas autossômicas dominantes com surdez ao nascimento não têm forte associação com malformações cocleares. Essas malformações estão mais ligadas a outras condições.
Na alternativa (c), a afirmação é incorreta porque as perdas auditivas não sindrômicas representam a maioria dos casos genéticos, e a mutação no gene GJB2 (que codifica a conexina 26) está associada principalmente a perdas não sindrômicas, não sindrômicas são a maioria, não as sindrômicas.
A alternativa (d) está errada porque na transmissão mitocondrial, o DNA é herdado exclusivamente pela mãe, nunca pelo pai, e a perda auditiva pode ou não estar presente em todas as gerações devido à heteroplasmia.
Por fim, a alternativa (e) está incorreta pois as formas sindrômicas podem causar perda auditiva neurossensorial, condutiva ou mista, e nem sempre estão relacionadas exclusivamente a cocleopatias.
Portanto, a alternativa correta é a (a).