Matheus Fernandes
EQUIPE
19/09/2026 • 22:01
Vamos falar um pouco sobre paralisia facial periférica, que é uma condição na qual há uma fraqueza ou paralisia dos músculos da face devido a um problema no nervo facial. A causa mais comum e principal hipótese diagnóstica para um paciente jovem, sem outras doenças, que apresenta essa paralisia súbita unilateral é a paralisia de Bell.
Agora, sobre os exames e sinais clínicos importantes: O teste de Hilger, que consiste em acelerar um pequeno fragmento do músculo orbicular dos olhos com um dispositivo vibratório, é usado para avaliar a resposta muscular, não neural, e seu valor prognóstico não é amplamente reconhecido, então a alternativa a) está incorreta.
A eletroneurografia (ENG) serve para medir a condução nervosa no nervo facial, sendo útil para avaliar a extensão da degeneração do nervo, e sua aplicação é recomendada nas primeiras semanas de evolução, até, no máximo, cerca de 3 semanas após o início, para estimar o prognóstico. A alternativa b) que diz que é indicada até a sexta semana está incorreta, pois seria muito tarde para avaliação prognóstica eficaz.
A eletromiografia (EMG) avalia a atividade elétrica dos músculos, refletindo indiretamente a função nervosa ao mostrar a recrutamento muscular e a presença de denervação ou reinervação. Ela é útil em fases mais tardias, a partir da terceira ou quarta semana, para diferenciar entre paralisia com possibilidade de recuperação e lesão grave, pois identifica sinais como potenciais polifásicos.
Potenciais polifásicos na EMG indicam reinervação e, portanto, são sinais de recuperação nervosa, ao contrário do que sugere a alternativa d). Sendo assim, a alternativa d) está errada.
Por fim, na evolução da paralisia facial periférica (especialmente na paralisia de Bell), a maioria dos pacientes tem recuperação espontânea e completa sem desenvolver contraturas ou sincinesias (movimentos involuntários associados a outros movimentos). Portanto, a alternativa e) também está incorreta.
Assim, a alternativa correta é a c), que descreve de forma correta a utilidade da eletromiografia na avaliação em fases mais tardias da paralisia facial periférica.
Agora, sobre os exames e sinais clínicos importantes: O teste de Hilger, que consiste em acelerar um pequeno fragmento do músculo orbicular dos olhos com um dispositivo vibratório, é usado para avaliar a resposta muscular, não neural, e seu valor prognóstico não é amplamente reconhecido, então a alternativa a) está incorreta.
A eletroneurografia (ENG) serve para medir a condução nervosa no nervo facial, sendo útil para avaliar a extensão da degeneração do nervo, e sua aplicação é recomendada nas primeiras semanas de evolução, até, no máximo, cerca de 3 semanas após o início, para estimar o prognóstico. A alternativa b) que diz que é indicada até a sexta semana está incorreta, pois seria muito tarde para avaliação prognóstica eficaz.
A eletromiografia (EMG) avalia a atividade elétrica dos músculos, refletindo indiretamente a função nervosa ao mostrar a recrutamento muscular e a presença de denervação ou reinervação. Ela é útil em fases mais tardias, a partir da terceira ou quarta semana, para diferenciar entre paralisia com possibilidade de recuperação e lesão grave, pois identifica sinais como potenciais polifásicos.
Potenciais polifásicos na EMG indicam reinervação e, portanto, são sinais de recuperação nervosa, ao contrário do que sugere a alternativa d). Sendo assim, a alternativa d) está errada.
Por fim, na evolução da paralisia facial periférica (especialmente na paralisia de Bell), a maioria dos pacientes tem recuperação espontânea e completa sem desenvolver contraturas ou sincinesias (movimentos involuntários associados a outros movimentos). Portanto, a alternativa e) também está incorreta.
Assim, a alternativa correta é a c), que descreve de forma correta a utilidade da eletromiografia na avaliação em fases mais tardias da paralisia facial periférica.