Marcos de Castro
EQUIPE
19/09/2026 • 20:01
Vamos falar um pouco sobre o cuidado com idosos que têm diabetes, um tema importante que envolve mais do que só controlar a glicemia. Nas Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes, existe um cuidado especial para essa faixa etária, pois eles geralmente têm maior fragilidade, múltiplas comorbidades e um risco aumentado de efeitos colaterais do tratamento.
Primeiramente, o controle glicêmico em idosos deve ser mais flexível, buscando evitar tanto a hiperglicemia prolongada quanto episódios de hipoglicemia, que podem ser muito perigosos para esse grupo. Para idosos funcionais e com boa expectativa de vida, o objetivo da HbA1c pode ser mais rigoroso, mas para idosos frágeis, funcionalmente dependentes, os alvos devem ser menos agressivos, geralmente HbA1c entre 7,5% a 8,5% ou até mais, para evitar riscos.
Sobre os medicamentos, a escolha deve priorizar aqueles com baixo risco de hipoglicemia. A pioglitazona, embora eficaz, tem efeitos colaterais que limitam seu uso em idosos frágeis. Já os agonistas do receptor de GLP-1, que ajudam no controle glicêmico e no peso, não são contraindicados em idosos obesos, pelo contrário, podem ser considerados. Outra classe, os inibidores da DPP-IV, são usados frequentemente pela segurança e perfil favorável em idosos.
No caso dos idosos frágeis com IMC baixo (<22 kg/m2) e HbA1c <10%, a recomendação inicial não é usar gliclazida (tipo de sulfonilureia) ou insulina, porque ambos aumentam o risco de hipoglicemia. Normalmente, se começa com medicações com menor risco, como inibidores da DPP-IV.
Analisando as alternativas:
a) Errada, o alvo para HbA1c em idosos dependentes não é tão baixo quanto 7,5%.
b) Pioglitazona não é ideal em idosos frágeis pelo potencial de efeitos colaterais.
c) Errada, agonistas de GLP-1 não são contraindicados em idosos obesos.
d) Correta, os inibidores da DPP-IV são recomendados inicialmente para fração inicial em idosos frágeis com baixo IMC e HbA1c <10%.
e) Errada, gliclazida e insulina não são primeiras opções em idosos frágeis pelo risco de hipoglicemia.
Portanto, a alternativa correta é a letra d.
Primeiramente, o controle glicêmico em idosos deve ser mais flexível, buscando evitar tanto a hiperglicemia prolongada quanto episódios de hipoglicemia, que podem ser muito perigosos para esse grupo. Para idosos funcionais e com boa expectativa de vida, o objetivo da HbA1c pode ser mais rigoroso, mas para idosos frágeis, funcionalmente dependentes, os alvos devem ser menos agressivos, geralmente HbA1c entre 7,5% a 8,5% ou até mais, para evitar riscos.
Sobre os medicamentos, a escolha deve priorizar aqueles com baixo risco de hipoglicemia. A pioglitazona, embora eficaz, tem efeitos colaterais que limitam seu uso em idosos frágeis. Já os agonistas do receptor de GLP-1, que ajudam no controle glicêmico e no peso, não são contraindicados em idosos obesos, pelo contrário, podem ser considerados. Outra classe, os inibidores da DPP-IV, são usados frequentemente pela segurança e perfil favorável em idosos.
No caso dos idosos frágeis com IMC baixo (<22 kg/m2) e HbA1c <10%, a recomendação inicial não é usar gliclazida (tipo de sulfonilureia) ou insulina, porque ambos aumentam o risco de hipoglicemia. Normalmente, se começa com medicações com menor risco, como inibidores da DPP-IV.
Analisando as alternativas:
a) Errada, o alvo para HbA1c em idosos dependentes não é tão baixo quanto 7,5%.
b) Pioglitazona não é ideal em idosos frágeis pelo potencial de efeitos colaterais.
c) Errada, agonistas de GLP-1 não são contraindicados em idosos obesos.
d) Correta, os inibidores da DPP-IV são recomendados inicialmente para fração inicial em idosos frágeis com baixo IMC e HbA1c <10%.
e) Errada, gliclazida e insulina não são primeiras opções em idosos frágeis pelo risco de hipoglicemia.
Portanto, a alternativa correta é a letra d.