Camila Duarte
EQUIPE
19/09/2026 • 19:01
Vamos falar um pouco sobre o diabetes tipo 1 para entender essa questão. Existem basicamente duas formas de diabetes tipo 1: o tipo 1A, que é o clássico diabetes autoimune, e o tipo 1B, que é o diabetes tipo 1 idiopático. No diabetes tipo 1A, a presença de autoanticorpos (como anti-GAD, anti-IA2, entre outros) é comum, e há destruição progressiva das células beta do pâncreas, resultando em baixos níveis de peptídeo C, que é um marcador da produção de insulina pelo corpo.
No diabetes tipo 1B, por outro lado, esses autoanticorpos estão ausentes (ou seja, são negativos). Além disso, os níveis de peptídeo C são baixos, porque o paciente também apresenta uma deficiência na produção de insulina, porém sem a evidência autoimune.
A questão pede para identificar características do diabetes tipo 1B, relacionando autoanticorpos e níveis de peptídeo C após 5 anos do diagnóstico. Sabemos que no tipo 1B os autoanticorpos são negativos e o peptídeo C é baixo (menor que 0,6 ng/mL). Portanto, a alternativa correta é a letra e) negativos e peptídeo C < 0,6 ng/mL após 5 anos de diagnóstico.
No diabetes tipo 1B, por outro lado, esses autoanticorpos estão ausentes (ou seja, são negativos). Além disso, os níveis de peptídeo C são baixos, porque o paciente também apresenta uma deficiência na produção de insulina, porém sem a evidência autoimune.
A questão pede para identificar características do diabetes tipo 1B, relacionando autoanticorpos e níveis de peptídeo C após 5 anos do diagnóstico. Sabemos que no tipo 1B os autoanticorpos são negativos e o peptídeo C é baixo (menor que 0,6 ng/mL). Portanto, a alternativa correta é a letra e) negativos e peptídeo C < 0,6 ng/mL após 5 anos de diagnóstico.