Matheus Fernandes
EQUIPE
19/09/2026 • 19:01
Vamos falar um pouco sobre o adenocarcinoma gástrico e a importância da linfadenectomia no tratamento cirúrgico. O adenocarcinoma gástrico é um tipo de câncer que se desenvolve no estômago e, para casos em estágios que permitam cirurgia com intenção curativa, a remoção dos linfonodos (linfadenectomia) é fundamental para controle local da doença e também para o estadiamento correto, que orienta tratamentos complementares.
Existem diferentes níveis de linfadenectomia: D1, D2 e D3. A linfadenectomia D1 envolve a remoção dos linfonodos mais próximos ao estômago, enquanto a D2 é mais extensa, incluindo também linfonodos de segunda ordem. A D3 é ainda mais radical, removendo linfonodos em uma área muito ampla, e está associada a maiores riscos e complicações.
As diretrizes modernas e as evidências científicas recomendam que para a maioria dos adenocarcinomas gástricos resecáveis, especialmente quando a cirurgia é feita com intenção curativa, a linfadenectomia D2 seja o padrão. Ela oferece melhor controle oncológico e maior sobrevida, mas deve ser feita por equipes experientes para minimizar a morbidade e mortalidade cirúrgica. Linfadenectomia D0 e D1 são insuficientes para muitos estágios, e a D3 não é obrigatória mesmo para subtipos diferenciados, pois o aumento do risco cirúrgico não compensa os benefícios.
Portanto, a resposta correta é a alternativa que afirma que a linfadenectomia D2 é o padrão, desde que realizada por equipe experiente.
Existem diferentes níveis de linfadenectomia: D1, D2 e D3. A linfadenectomia D1 envolve a remoção dos linfonodos mais próximos ao estômago, enquanto a D2 é mais extensa, incluindo também linfonodos de segunda ordem. A D3 é ainda mais radical, removendo linfonodos em uma área muito ampla, e está associada a maiores riscos e complicações.
As diretrizes modernas e as evidências científicas recomendam que para a maioria dos adenocarcinomas gástricos resecáveis, especialmente quando a cirurgia é feita com intenção curativa, a linfadenectomia D2 seja o padrão. Ela oferece melhor controle oncológico e maior sobrevida, mas deve ser feita por equipes experientes para minimizar a morbidade e mortalidade cirúrgica. Linfadenectomia D0 e D1 são insuficientes para muitos estágios, e a D3 não é obrigatória mesmo para subtipos diferenciados, pois o aumento do risco cirúrgico não compensa os benefícios.
Portanto, a resposta correta é a alternativa que afirma que a linfadenectomia D2 é o padrão, desde que realizada por equipe experiente.