Ingrid Nunes
EQUIPE
19/09/2026 • 18:01
Essa questão aborda um caso clássico de estenose esofágica distal causada por refluxo gastroesofágico crônico, resultado de um refluxo mal tratado desde o nascimento. Em crianças com esses sintomas (disfagia e sensação de entalo) associados à imagem de raio-X mostrando estenose do esôfago distal com dilatação proximal, é importante pensar na melhor abordagem para aliviar a obstrução e tratar a causa subjacente.
O bloqueio da bomba de prótons é fundamental para controlar o refluxo ácido e prevenir a piora da lesão, mas não resolve a estenose já formada. A dilatação endoscópica é a conduta inicial mais indicada para estenose benigna do esôfago, pois é menos invasiva, eficaz e pode aliviar rapidamente a disfagia. Procedimentos mais invasivos, como fundoplicatura (válvula antirrefluxo) ou até esofagectomia, são indicados apenas quando o tratamento conservador falha ou em casos muito graves.
Assim, a dilatação endoscópica do esôfago é o tratamento inicial ideal, além do manejo medicamentoso do refluxo. Essa abordagem pragmática visa melhorar os sintomas e evitar cirurgias mais agressivas inicialmente.
Gabarito: a
O bloqueio da bomba de prótons é fundamental para controlar o refluxo ácido e prevenir a piora da lesão, mas não resolve a estenose já formada. A dilatação endoscópica é a conduta inicial mais indicada para estenose benigna do esôfago, pois é menos invasiva, eficaz e pode aliviar rapidamente a disfagia. Procedimentos mais invasivos, como fundoplicatura (válvula antirrefluxo) ou até esofagectomia, são indicados apenas quando o tratamento conservador falha ou em casos muito graves.
Assim, a dilatação endoscópica do esôfago é o tratamento inicial ideal, além do manejo medicamentoso do refluxo. Essa abordagem pragmática visa melhorar os sintomas e evitar cirurgias mais agressivas inicialmente.
Gabarito: a