Ingrid Nunes
EQUIPE
19/09/2026 • 18:01
Esta questão aborda uma malformação congênita da via biliar conhecida como cisto de colédoco, classificada pelo sistema de Todani. O tipo 1 de Todani é o mais comum e caracteriza-se por uma dilatação cística ou fusiforme da via biliar extra-hepática. Essa alteração pode ser detectada ainda no período pré-natal através da ultrassonografia, como no caso desta paciente de 1 mês de idade.
O tema principal aqui é a conduta adequada após a confirmação do diagnóstico de cisto de colédoco tipo 1. Devido ao risco aumentado de complicações, como infecções, colangite, pancreatite e até transformação maligna, o tratamento precoce é fundamental. A conduta recomendada pela literatura e sociedades de gastroenterologia e cirurgia pediátrica é a cistectomia (remoção do cisto) com reconstrução da via biliar, usualmente por meio de anastomose biliodigestiva, para garantir o fluxo biliar e prevenir riscos futuros.
Assim, as condutas conservadoras (como espera ou punção) e exames adicionais desnecessários antes da cirurgia não são indicados como primeira opção. A punção para esvaziamento não resolve o problema estrutural e pode aumentar o risco de infecção. Exames adicionais como a colangiografia endoscópica não são rotineiramente necessários antes da cirurgia inicial em bebês.
Portanto, a alternativa correta é a d) Cistectomia + anastomose biliodigestiva com brevidade, que corresponde à indicação de tratamento cirúrgico precoce para evitar complicações futuras.
Gabarito: d
O tema principal aqui é a conduta adequada após a confirmação do diagnóstico de cisto de colédoco tipo 1. Devido ao risco aumentado de complicações, como infecções, colangite, pancreatite e até transformação maligna, o tratamento precoce é fundamental. A conduta recomendada pela literatura e sociedades de gastroenterologia e cirurgia pediátrica é a cistectomia (remoção do cisto) com reconstrução da via biliar, usualmente por meio de anastomose biliodigestiva, para garantir o fluxo biliar e prevenir riscos futuros.
Assim, as condutas conservadoras (como espera ou punção) e exames adicionais desnecessários antes da cirurgia não são indicados como primeira opção. A punção para esvaziamento não resolve o problema estrutural e pode aumentar o risco de infecção. Exames adicionais como a colangiografia endoscópica não são rotineiramente necessários antes da cirurgia inicial em bebês.
Portanto, a alternativa correta é a d) Cistectomia + anastomose biliodigestiva com brevidade, que corresponde à indicação de tratamento cirúrgico precoce para evitar complicações futuras.
Gabarito: d