Equipe Gabarite
EQUIPE
19/09/2026 • 17:01
Quando falamos de trauma abdominal em crianças, especialmente envolvendo o baço, é importante lembrar que o manejo mudou bastante nos últimos anos. Antes, praticamente qualquer lesão esplênica motivava cirurgia imediata. Hoje, com avanços em imagens e monitorização, preferimos sempre tentar o tratamento não cirúrgico quando possível, principalmente se a criança estiver estável do ponto de vista hemodinâmico.
O Sistema de Classificação da American Association for the Surgery of Trauma (AAST) divide as lesões esplênicas em graus, onde o grau II representa uma lesão moderada, sem ruptura maciça que comprometa toda a estrutura do órgão. Nestes casos, normalmente a conduta recomendada, ainda mais em crianças, é o tratamento conservador, focando no acompanhamento intenso e suporte clínico em ambiente hospitalar, como a UTI.
Cirurgias como esplenectomia total ou parcial, ou mesmo a laparotomia, ficam reservadas para casos mais graves, instabilidade hemodinâmica ou falha do tratamento conservador. A laparoscopia pode ajudar em alguns casos, mas não é a primeira conduta quando o paciente está estável e a lesão é grau II.
Portanto, a resposta correta aqui é a alternativa (e) que prega o tratamento conservador com monitoramento em UTI.
O Sistema de Classificação da American Association for the Surgery of Trauma (AAST) divide as lesões esplênicas em graus, onde o grau II representa uma lesão moderada, sem ruptura maciça que comprometa toda a estrutura do órgão. Nestes casos, normalmente a conduta recomendada, ainda mais em crianças, é o tratamento conservador, focando no acompanhamento intenso e suporte clínico em ambiente hospitalar, como a UTI.
Cirurgias como esplenectomia total ou parcial, ou mesmo a laparotomia, ficam reservadas para casos mais graves, instabilidade hemodinâmica ou falha do tratamento conservador. A laparoscopia pode ajudar em alguns casos, mas não é a primeira conduta quando o paciente está estável e a lesão é grau II.
Portanto, a resposta correta aqui é a alternativa (e) que prega o tratamento conservador com monitoramento em UTI.