Uma criança do sexo masculino, 5 anos de idade, sofreu um trauma abdominal. C...

Uma criança do sexo masculino, 5 anos de idade, sofreu um trauma abdominal. Chegou ao hospital hemodinamicamente estável. A investigação por imagem mostrou um trauma esplênico grau II (AAST –


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Uma criança do sexo masculino, 5 anos de idade, sofreu um trauma abdominal. Chegou ao hospital hemodinamicamente estável. A investigação por imagem mostrou um trauma esplênico grau II (AAST – American Association for the Surgery of Trauma). Qual a conduta mais adequada?
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  • Equipe Gabarite
    Equipe Gabarite EQUIPE
    19/09/2026 • 17:01
    Quando falamos de trauma abdominal em crianças, especialmente envolvendo o baço, é importante lembrar que o manejo mudou bastante nos últimos anos. Antes, praticamente qualquer lesão esplênica motivava cirurgia imediata. Hoje, com avanços em imagens e monitorização, preferimos sempre tentar o tratamento não cirúrgico quando possível, principalmente se a criança estiver estável do ponto de vista hemodinâmico.

    O Sistema de Classificação da American Association for the Surgery of Trauma (AAST) divide as lesões esplênicas em graus, onde o grau II representa uma lesão moderada, sem ruptura maciça que comprometa toda a estrutura do órgão. Nestes casos, normalmente a conduta recomendada, ainda mais em crianças, é o tratamento conservador, focando no acompanhamento intenso e suporte clínico em ambiente hospitalar, como a UTI.

    Cirurgias como esplenectomia total ou parcial, ou mesmo a laparotomia, ficam reservadas para casos mais graves, instabilidade hemodinâmica ou falha do tratamento conservador. A laparoscopia pode ajudar em alguns casos, mas não é a primeira conduta quando o paciente está estável e a lesão é grau II.

    Portanto, a resposta correta aqui é a alternativa (e) que prega o tratamento conservador com monitoramento em UTI.
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