David Castilho
EQUIPE
19/09/2026 • 16:01
Vamos falar sobre a dilatação endoscópica, que é um procedimento usado para tratar estenoses, ou seja, estreitamentos no trato digestivo alto. Um dos riscos desse procedimento é o sangramento, que pode variar dependendo da causa da estenose, do local e do método utilizado na dilatação.
Primeiro, estenoses inflamatórias, como na doença de Crohn, podem apresentar riscos variados, mas o risco de sangramento geralmente não é considerado negligenciável, podendo passar de 0,5%, portanto a alternativa (a) está incorreta.
Quanto ao tipo de dilatador, estudos indicam que o fator determinante para sangramento não é necessariamente o tipo de dilatador (balão ou bougie), e sim as características da estenose e a técnica utilizada, então a alternativa (b) não está correta.
Em relação à cirurgia bariátrica, estenoses anastomóticas possuem uma taxa baixa de sangramento clinicamente relevante, geralmente inferior a 1%, o que confirma a alternativa (c) como correta.
A esofagite eosinofílica (EoE) pode causar fragilidade da mucosa, aumentando o risco de sangramentos, mas não há evidência clara que esse risco seja significativamente maior comparado à população geral após dilatação, o que torna a alternativa (d) duvidosa.
Por fim, estenoses gástricas pós-esofagectomia não são reconhecidas como aquelas com o maior risco de sangramento comparado a outros locais e situações, então a alternativa (e) está incorreta.
Com base nisso, a alternativa correta é a letra (c).
Primeiro, estenoses inflamatórias, como na doença de Crohn, podem apresentar riscos variados, mas o risco de sangramento geralmente não é considerado negligenciável, podendo passar de 0,5%, portanto a alternativa (a) está incorreta.
Quanto ao tipo de dilatador, estudos indicam que o fator determinante para sangramento não é necessariamente o tipo de dilatador (balão ou bougie), e sim as características da estenose e a técnica utilizada, então a alternativa (b) não está correta.
Em relação à cirurgia bariátrica, estenoses anastomóticas possuem uma taxa baixa de sangramento clinicamente relevante, geralmente inferior a 1%, o que confirma a alternativa (c) como correta.
A esofagite eosinofílica (EoE) pode causar fragilidade da mucosa, aumentando o risco de sangramentos, mas não há evidência clara que esse risco seja significativamente maior comparado à população geral após dilatação, o que torna a alternativa (d) duvidosa.
Por fim, estenoses gástricas pós-esofagectomia não são reconhecidas como aquelas com o maior risco de sangramento comparado a outros locais e situações, então a alternativa (e) está incorreta.
Com base nisso, a alternativa correta é a letra (c).