David Castilho
EQUIPE
19/09/2026 • 16:01
Vamos falar sobre o acompanhamento dos pacientes com colite ulcerativa extensa, um tema muito importante na gastroenterologia. A colite ulcerativa é uma doença inflamatória intestinal que aumenta o risco de câncer colorretal com o passar do tempo, especialmente em casos de doença extensa e de longa duração. Por isso, a vigilância com colonoscopia é essencial para detectar precocemente alterações, como displasia, que podem preceder o câncer.
A recomendação atual é iniciar o rastreamento para câncer colorretal entre 8 a 10 anos após o diagnóstico da colite ulcerativa extensa, pois o risco começa a aumentar a partir desse período. A colonoscopia de vigilância deve ser realizada regularmente, geralmente a cada 1 a 3 anos, dependendo do risco individual e dos achados anteriores. O uso da cromoscopia durante a colonoscopia ajuda a detectar melhor áreas suspeitas para biópsias direcionadas, tornando a vigilância mais eficaz.
Agora, analisando as alternativas:
A) Errada, pois a vigilância não depende apenas da presença de pseudopólipos ou histórico de displasia.
B) Errada, pois mesmo com mucosa normal, a vigilância é indicada para prevenção.
C) Incorreta, pois o intervalo de 5 anos é muito longo; o ideal é a cada 1 a 3 anos.
D) Correta, pois sugere colonoscopia com biópsias e uso de cromoscopia a cada 1 a 3 anos, conforme a recomendação atual.
E) Errada, pois o rastreamento deve começar entre 8 e 10 anos após o diagnóstico, não apenas após 15 anos ou sintomas.
Portanto, a conduta mais apropriada é a letra D.
A recomendação atual é iniciar o rastreamento para câncer colorretal entre 8 a 10 anos após o diagnóstico da colite ulcerativa extensa, pois o risco começa a aumentar a partir desse período. A colonoscopia de vigilância deve ser realizada regularmente, geralmente a cada 1 a 3 anos, dependendo do risco individual e dos achados anteriores. O uso da cromoscopia durante a colonoscopia ajuda a detectar melhor áreas suspeitas para biópsias direcionadas, tornando a vigilância mais eficaz.
Agora, analisando as alternativas:
A) Errada, pois a vigilância não depende apenas da presença de pseudopólipos ou histórico de displasia.
B) Errada, pois mesmo com mucosa normal, a vigilância é indicada para prevenção.
C) Incorreta, pois o intervalo de 5 anos é muito longo; o ideal é a cada 1 a 3 anos.
D) Correta, pois sugere colonoscopia com biópsias e uso de cromoscopia a cada 1 a 3 anos, conforme a recomendação atual.
E) Errada, pois o rastreamento deve começar entre 8 e 10 anos após o diagnóstico, não apenas após 15 anos ou sintomas.
Portanto, a conduta mais apropriada é a letra D.