Matheus Fernandes
EQUIPE
19/09/2026 • 15:01
Quando falamos da deformidade do cotovelo em pacientes com paralisia cerebral, o foco principal está na espasticidade que limita o movimento, especialmente a flexão persistente do cotovelo, que compromete a funcionalidade do membro superior. A neurectomia é uma técnica cirúrgica utilizada para diminuir essa espasticidade, envolvendo o corte ou a remoção parcial de um nervo para reduzir a atividade nervosa excessiva que causa a contração muscular involuntária.
No caso do cotovelo, o músculo que mais contribui para a flexão espástica é o bíceps braquial, que é inervado principalmente pelo nervo musculocutâneo. Portanto, para aliviar a rigidez e permitir maior amplitude de movimento, a neurectomia é geralmente realizada no nervo musculocutâneo, pois é este que controla a contração exagerada dos músculos flexores do cotovelo.
As outras opções, como o nervo radial, mediano, ulnar e supraescapular, inervam outros grupos musculares mais ligados a movimentos do punho, mão e ombro, não sendo o foco principal para corrigir a deformidade do cotovelo na espasticidade da paralisia cerebral.
Dessa forma, a resposta correta é a alternativa 'e', nervo musculocutâneo.
No caso do cotovelo, o músculo que mais contribui para a flexão espástica é o bíceps braquial, que é inervado principalmente pelo nervo musculocutâneo. Portanto, para aliviar a rigidez e permitir maior amplitude de movimento, a neurectomia é geralmente realizada no nervo musculocutâneo, pois é este que controla a contração exagerada dos músculos flexores do cotovelo.
As outras opções, como o nervo radial, mediano, ulnar e supraescapular, inervam outros grupos musculares mais ligados a movimentos do punho, mão e ombro, não sendo o foco principal para corrigir a deformidade do cotovelo na espasticidade da paralisia cerebral.
Dessa forma, a resposta correta é a alternativa 'e', nervo musculocutâneo.