David Castilho
EQUIPE
19/09/2026 • 14:02
Vamos falar sobre um tema muito importante no atendimento de pacientes traumatizados, principalmente aqueles com suspeita de lesão pélvica instável e apresentando hipotensão arterial, ou seja, pressão baixa devido à perda de sangue. A pelve é uma estrutura óssea grande e cheia de vasos sanguíneos importantes, e quando ela sofre uma fratura grave, pode levar a hemorragias maciças, que ameaçam a vida do paciente. O manejo inicial busca estabilizar rapidamente o paciente para evitar um choque hemorrágico grave.
Entre as opções apresentadas, algumas são importantes em momentos específicos, mas nem todas são condutas que promovem uma estabilização rápida no cenário inicial. A fixação cirúrgica definitiva (a) é uma medida mais tardia, após controle do sangramento e estabilização hemodinâmica inicial. A tomografia com contraste (b) é uma ferramenta diagnóstica importante, mas não é priorizada quando o paciente está instável; primeiro é necessário conter o sangramento e estabilizar. A angiografia com embolização (c) é tratamento para sangramento arterial, porém não é a ação inicial mais rápida para estabilização hemodinâmica imediata, pois demanda tempo e recursos especializados.
A laparotomia exploradora (e) é indicada em certos casos de trauma abdominal com sinais claros de lesão interna e hemorragia que não pode ser controlada por outros meios, e também não é a primeira ação em casos isolados de suspeita de fratura pélvica instável.
Agora, a aplicação do cinto pélvico ou "pelvic binder" (d) é uma medida simples, rápida e eficaz para reduzir o espaço da pelve e conter o sangramento venoso e ósseo. Ela deve ser feita logo após a identificação da suspeita, imediatamente na sala de emergência, para promover estabilização hemodinâmica rápida enquanto outras medidas são planejadas.
Portanto, a conduta mais apropriada para promover estabilização hemodinâmica rápida após as medidas iniciais em paciente politraumatizado com suspeita de lesão pélvica instável e hipotensão é a aplicação do cinto pélvico (pelvic binder). Gabarito: d.
Entre as opções apresentadas, algumas são importantes em momentos específicos, mas nem todas são condutas que promovem uma estabilização rápida no cenário inicial. A fixação cirúrgica definitiva (a) é uma medida mais tardia, após controle do sangramento e estabilização hemodinâmica inicial. A tomografia com contraste (b) é uma ferramenta diagnóstica importante, mas não é priorizada quando o paciente está instável; primeiro é necessário conter o sangramento e estabilizar. A angiografia com embolização (c) é tratamento para sangramento arterial, porém não é a ação inicial mais rápida para estabilização hemodinâmica imediata, pois demanda tempo e recursos especializados.
A laparotomia exploradora (e) é indicada em certos casos de trauma abdominal com sinais claros de lesão interna e hemorragia que não pode ser controlada por outros meios, e também não é a primeira ação em casos isolados de suspeita de fratura pélvica instável.
Agora, a aplicação do cinto pélvico ou "pelvic binder" (d) é uma medida simples, rápida e eficaz para reduzir o espaço da pelve e conter o sangramento venoso e ósseo. Ela deve ser feita logo após a identificação da suspeita, imediatamente na sala de emergência, para promover estabilização hemodinâmica rápida enquanto outras medidas são planejadas.
Portanto, a conduta mais apropriada para promover estabilização hemodinâmica rápida após as medidas iniciais em paciente politraumatizado com suspeita de lesão pélvica instável e hipotensão é a aplicação do cinto pélvico (pelvic binder). Gabarito: d.