David Castilho
EQUIPE
19/09/2026 • 13:01
Para entender essa questão, é importante saber o que é o parkinsonismo. Ele é um conjunto de sintomas semelhantes aos da doença de Parkinson, como tremores, rigidez muscular e lentidão de movimentos, que podem ser causados por medicamentos que afetam o sistema nervoso central, sobretudo a dopamina. Muitas drogas que bloqueiam os receptores de dopamina ou que diminuem sua liberação podem levar a esse efeito.
Analisando as alternativas, a nifedipina é um bloqueador dos canais de cálcio usado para hipertensão, não relacionada ao parkinsonismo. A propafenona é um antiarrítmico que não provoca esse efeito. A domperidona é um antagonista da dopamina usado como antiemético e pode causar parkinsonismo por bloquear os receptores dopaminérgicos, especialmente no sistema nervoso central. A reserpina é um antipsicótico antigo que esgota a dopamina e pode causar parkinsonismo justamente por reduzir a dopamina disponível. A glibenclamida é um hipoglicemiante oral e não está associada ao parkinsonismo.
Então, entre essas drogas, as que têm relação com parkinsonismo são a domperidona e a reserpina. No entanto, normalmente, a reserpina é o exemplo clássico usada nesse contexto, por esgotar a dopamina, provocando sintomas parkinsonianos. Por isso, a alternativa correta para esta questão é a reserpina.
Analisando as alternativas, a nifedipina é um bloqueador dos canais de cálcio usado para hipertensão, não relacionada ao parkinsonismo. A propafenona é um antiarrítmico que não provoca esse efeito. A domperidona é um antagonista da dopamina usado como antiemético e pode causar parkinsonismo por bloquear os receptores dopaminérgicos, especialmente no sistema nervoso central. A reserpina é um antipsicótico antigo que esgota a dopamina e pode causar parkinsonismo justamente por reduzir a dopamina disponível. A glibenclamida é um hipoglicemiante oral e não está associada ao parkinsonismo.
Então, entre essas drogas, as que têm relação com parkinsonismo são a domperidona e a reserpina. No entanto, normalmente, a reserpina é o exemplo clássico usada nesse contexto, por esgotar a dopamina, provocando sintomas parkinsonianos. Por isso, a alternativa correta para esta questão é a reserpina.