David Castilho
EQUIPE
19/09/2026 • 12:02
Essa questão aborda conhecimentos fundamentais sobre o desenvolvimento fetal, especialmente o funcionamento e as características do fígado fetal, o transporte imunológico e a circulação placentária.
Vamos analisar as alternativas detalhadamente:
A alternativa a fala sobre a capacidade hepática de converter bilirrubina não conjugada em conjugada. No feto, essa capacidade é ainda imatura e aumenta com a idade gestacional, ou seja, é diretamente proporcional, não inversamente. Portanto essa alternativa está incorreta.
Na alternativa b, o seio portal é uma parte importante da circulação fetal, ele é um ramo da veia umbilical e de fato atravessa o fígado, mas não entra na veia cava inferior. A veia umbilical se conecta ao ducto venoso, que sim leva o sangue para a veia cava inferior. Logo, a alternativa está incorreta.
A alternativa c afirma que quaisquer IgM encontrados no feto ou recém-nascido foram transportados da mãe. Na verdade, apenas as imunoglobulinas IgG atravessam a placenta; IgM, por ser maior, não atravessa, e sua presença indica produção própria do feto, geralmente em resposta a infecção. Então, essa alternativa está incorreta.
Na alternativa d, menciona que o oxigênio e nutrientes são fornecidos pela placenta pela artéria umbilical. Porém, as artérias umbilicais levam sangue do feto para a placenta, ou seja, sangue venoso, e o transporte do sangue rico em oxigênio da placenta para o feto ocorre pela veia umbilical. Portanto, essa alternativa está errada.
Por fim, a alternativa e trata da situação em que o pâncreas fetal aumenta a produção de insulina em resposta à maior oferta de glicose da mãe, o que pode levar à macrossomia (tamanho fetal aumentado). Esse é um conceito correto, especialmente relevante em gestações de mães diabéticas.
Assim, a alternativa correta é a letra e.
Vamos analisar as alternativas detalhadamente:
A alternativa a fala sobre a capacidade hepática de converter bilirrubina não conjugada em conjugada. No feto, essa capacidade é ainda imatura e aumenta com a idade gestacional, ou seja, é diretamente proporcional, não inversamente. Portanto essa alternativa está incorreta.
Na alternativa b, o seio portal é uma parte importante da circulação fetal, ele é um ramo da veia umbilical e de fato atravessa o fígado, mas não entra na veia cava inferior. A veia umbilical se conecta ao ducto venoso, que sim leva o sangue para a veia cava inferior. Logo, a alternativa está incorreta.
A alternativa c afirma que quaisquer IgM encontrados no feto ou recém-nascido foram transportados da mãe. Na verdade, apenas as imunoglobulinas IgG atravessam a placenta; IgM, por ser maior, não atravessa, e sua presença indica produção própria do feto, geralmente em resposta a infecção. Então, essa alternativa está incorreta.
Na alternativa d, menciona que o oxigênio e nutrientes são fornecidos pela placenta pela artéria umbilical. Porém, as artérias umbilicais levam sangue do feto para a placenta, ou seja, sangue venoso, e o transporte do sangue rico em oxigênio da placenta para o feto ocorre pela veia umbilical. Portanto, essa alternativa está errada.
Por fim, a alternativa e trata da situação em que o pâncreas fetal aumenta a produção de insulina em resposta à maior oferta de glicose da mãe, o que pode levar à macrossomia (tamanho fetal aumentado). Esse é um conceito correto, especialmente relevante em gestações de mães diabéticas.
Assim, a alternativa correta é a letra e.