David Castilho
EQUIPE
19/09/2026 • 12:02
Vamos falar sobre cuidados importantes durante o pré-natal, que são essenciais para garantir uma gestação saudável e reduzir complicações como mortalidade materna e neonatal. Cada aspecto do cuidado pré-natal tem suas indicações baseadas em evidências científicas para proteger a mãe e o bebê.
A alternativa (a) sobre ultrassonografia é meio controversa: embora o exame seja fundamental para acompanhamento da gestação, o seu uso indiscriminado não é sempre custo-benefício positivo; ele deve ser realizado conforme protocolos para evitar exames desnecessários. Portanto, a utilidade clínica está demonstrada, mas o custo-benefício varia conforme o contexto.
Na alternativa (b), o consumo de cafeína em níveis moderados não está associado a riscos significativos para a gestação. O problema são doses elevadas; a relação dose-resposta é importante para considerar risco, não o consumo em qualquer quantidade.
A alternativa (c) está correta. Consumir peixes entre 230 g e 340 g por semana é recomendado porque o peixe é fonte de ácidos graxos essenciais como o ômega-3, que traz benefícios à gestação e ao desenvolvimento fetal.
A alternativa (d) apresenta incorreção: gestantes sem complicações geralmente podem viajar de avião até 36 semanas, mas não até 38. E airbags de carro não devem ser desativados, pois oferecem proteção em acidentes; o correto é usar o cinto de segurança adequadamente.
Na alternativa (e), a orientação atualmente não é para uma dieta restritiva com perda de peso durante a gestação, especialmente nos primeiros trimestres. A obesidade é um fator de risco, mas a restrição calórica deve ser feita com cautela e sempre sob supervisão médica, priorizando um ganho de peso controlado, não perda.
Portanto, a alternativa correta é a (c).
A alternativa (a) sobre ultrassonografia é meio controversa: embora o exame seja fundamental para acompanhamento da gestação, o seu uso indiscriminado não é sempre custo-benefício positivo; ele deve ser realizado conforme protocolos para evitar exames desnecessários. Portanto, a utilidade clínica está demonstrada, mas o custo-benefício varia conforme o contexto.
Na alternativa (b), o consumo de cafeína em níveis moderados não está associado a riscos significativos para a gestação. O problema são doses elevadas; a relação dose-resposta é importante para considerar risco, não o consumo em qualquer quantidade.
A alternativa (c) está correta. Consumir peixes entre 230 g e 340 g por semana é recomendado porque o peixe é fonte de ácidos graxos essenciais como o ômega-3, que traz benefícios à gestação e ao desenvolvimento fetal.
A alternativa (d) apresenta incorreção: gestantes sem complicações geralmente podem viajar de avião até 36 semanas, mas não até 38. E airbags de carro não devem ser desativados, pois oferecem proteção em acidentes; o correto é usar o cinto de segurança adequadamente.
Na alternativa (e), a orientação atualmente não é para uma dieta restritiva com perda de peso durante a gestação, especialmente nos primeiros trimestres. A obesidade é um fator de risco, mas a restrição calórica deve ser feita com cautela e sempre sob supervisão médica, priorizando um ganho de peso controlado, não perda.
Portanto, a alternativa correta é a (c).