Marcos de Castro
EQUIPE
19/09/2026 • 07:02
Vamos falar sobre contabilização de operações diversas, um tema muito presente no dia a dia contábil e que segue princípios essenciais para garantir registros corretos e consistentes. A questão apresenta quatro alternativas, cada uma abordando um aspecto diferente: reconhecimento de juros, descontos nas vendas, provisão para devedores duvidosos e baixa de bens do ativo imobilizado.
Começando pela alternativa a), sobre juros ativos: pelo regime de competência, que é o princípio contábil mais aceito, o reconhecimento dos juros deve ocorrer no período a que eles se referem, independentemente do recebimento. Logo, reconhecer juros apenas no momento do recebimento (regime de caixa) está incorreto, pois ignora o princípio da competência.
Na alternativa b), temos os descontos concedidos nas vendas. Descontos condicionais (aqueles que dependem da realização de uma condição futura, como volume de compras) são contabilizados como dedução da receita bruta, pois reduzem o valor que se espera efetivamente receber. Já os descontos incondicionais (como aqueles dados no ato da venda) são registrados como redução imediata da receita, e não despesa operacional. Portanto, essa alternativa está equivocada ao afirmar que os incondicionais são despesas operacionais.
Na alternativa c), falamos da provisão para devedores duvidosos. Essa provisão é uma estimativa necessária para refletir possíveis perdas com clientes inadimplentes, e seu reconhecimento é feito mesmo sem inadimplência efetiva, pois se baseia em estimativas ponderadas. Essa provisão impacta o resultado do exercício ao aumentar as despesas, o que está correto segundo as Normas Brasileiras de Contabilidade.
Por último, a alternativa d) trata da baixa de bens do ativo imobilizado. A baixa desses ativos pode ocorrer não apenas por alienação onerosa (venda), mas também em casos de obsolescência, perda ou danos que impeçam o uso do bem. Logo, essa alternativa está incorreta ao afirmar que a baixa é permitida exclusivamente em alienações onerosas.
Portanto, a alternativa correta é a letra c).
Começando pela alternativa a), sobre juros ativos: pelo regime de competência, que é o princípio contábil mais aceito, o reconhecimento dos juros deve ocorrer no período a que eles se referem, independentemente do recebimento. Logo, reconhecer juros apenas no momento do recebimento (regime de caixa) está incorreto, pois ignora o princípio da competência.
Na alternativa b), temos os descontos concedidos nas vendas. Descontos condicionais (aqueles que dependem da realização de uma condição futura, como volume de compras) são contabilizados como dedução da receita bruta, pois reduzem o valor que se espera efetivamente receber. Já os descontos incondicionais (como aqueles dados no ato da venda) são registrados como redução imediata da receita, e não despesa operacional. Portanto, essa alternativa está equivocada ao afirmar que os incondicionais são despesas operacionais.
Na alternativa c), falamos da provisão para devedores duvidosos. Essa provisão é uma estimativa necessária para refletir possíveis perdas com clientes inadimplentes, e seu reconhecimento é feito mesmo sem inadimplência efetiva, pois se baseia em estimativas ponderadas. Essa provisão impacta o resultado do exercício ao aumentar as despesas, o que está correto segundo as Normas Brasileiras de Contabilidade.
Por último, a alternativa d) trata da baixa de bens do ativo imobilizado. A baixa desses ativos pode ocorrer não apenas por alienação onerosa (venda), mas também em casos de obsolescência, perda ou danos que impeçam o uso do bem. Logo, essa alternativa está incorreta ao afirmar que a baixa é permitida exclusivamente em alienações onerosas.
Portanto, a alternativa correta é a letra c).