Camila Duarte
EQUIPE
19/09/2026 • 06:01
Vamos analisar o caso a partir dos dados apresentados. O paciente tem rebaixamento do nível de consciência e uma série de dados laboratoriais importantes: creatinina levemente elevada, eletrólitos quase normais, porém observamos uma acidose metabólica evidente, dado o pH baixo (7,25) e bicarbonato sérico baixo (14 mEq/L). Além disso, a gasometria mostra uma compensação respiratória com PCO2 baixo (32 mmHg).
A osmolaridade sérica está aumentada (330 mOsm/L), o que sugere a presença de substâncias osmoticamente ativas no sangue, além dos eletrólitos convencionais. Isso nos leva a pensar em uma acidose metabólica com alta osmolaridade, o que é típico de intoxicações por álcooles (como metanol, etilenoglicol, propilenoglicol) ou ácido láctico.
Vamos avaliar as alternativas:
- Cetoacidose diabética (a): normalmente apresenta acidose metabólica, mas a osmolaridade elevada não é tão pronunciada e geralmente apresenta hipercalemia e hiperglicemia, dados não descritos aqui.
- Tubulopatia perdedora de bicarbonato (b): causa acidose metabólica, mas não explica osmolaridade alta nem rebaixamento do nível de consciência agudo.
- Ingestão de ácido acetilsalicílico (c): causa acidose respiratória e metabólica mista, mas costuma causar alcalose respiratória no início; osmolaridade geralmente não elevada.
- Intoxicação por propilenoglicol (d): é uma causa conhecida de acidose metabólica com alta osmolaridade e pode levar a rebaixamento do nível de consciência.
- Acidose láctica por sepse (e): acidose metabólica com alta lactacidemia, porém osmolaridade geralmente não aumenta significativamente.
Dada a combinação de acidose metabólica, osmolaridade elevada e quadro neurológico, a intoxicação por propilenoglicol (alternativa d) é a principal hipótese diagnóstica.
Portanto, o gabarito correto é a alternativa d.
A osmolaridade sérica está aumentada (330 mOsm/L), o que sugere a presença de substâncias osmoticamente ativas no sangue, além dos eletrólitos convencionais. Isso nos leva a pensar em uma acidose metabólica com alta osmolaridade, o que é típico de intoxicações por álcooles (como metanol, etilenoglicol, propilenoglicol) ou ácido láctico.
Vamos avaliar as alternativas:
- Cetoacidose diabética (a): normalmente apresenta acidose metabólica, mas a osmolaridade elevada não é tão pronunciada e geralmente apresenta hipercalemia e hiperglicemia, dados não descritos aqui.
- Tubulopatia perdedora de bicarbonato (b): causa acidose metabólica, mas não explica osmolaridade alta nem rebaixamento do nível de consciência agudo.
- Ingestão de ácido acetilsalicílico (c): causa acidose respiratória e metabólica mista, mas costuma causar alcalose respiratória no início; osmolaridade geralmente não elevada.
- Intoxicação por propilenoglicol (d): é uma causa conhecida de acidose metabólica com alta osmolaridade e pode levar a rebaixamento do nível de consciência.
- Acidose láctica por sepse (e): acidose metabólica com alta lactacidemia, porém osmolaridade geralmente não aumenta significativamente.
Dada a combinação de acidose metabólica, osmolaridade elevada e quadro neurológico, a intoxicação por propilenoglicol (alternativa d) é a principal hipótese diagnóstica.
Portanto, o gabarito correto é a alternativa d.