Equipe Gabarite
EQUIPE
19/09/2026 • 05:01
O tema central desta questão é o perfil dos biomarcadores típicos da doença de Alzheimer (DA) nos seus estágios iniciais. Para entender isso, é importante saber que os biomarcadores para DA comumente analisados envolvem proteínas no líquor, como a β-amiloide 42 e a proteína tau fosforilada, além de alterações observadas em exames de neuroimagem funcional, como o PET com FDG.
Na doença de Alzheimer em início, é esperado encontrar uma redução dos níveis de β-amiloide 42 no líquor, pois essa proteína está se acumulando anormalmente no cérebro, formando placas amiloides. Ao mesmo tempo, observa-se um aumento da tau fosforilada no líquor, que reflete a degeneração neurofibrilar característica da doença. Em relação à neuroimagem funcional, o PET com FDG normalmente revela hipometabolismo nas regiões temporoparietais, mostrando a disfunção metabólica típica associada à AD.
Analisando as alternativas:
- Letra a) está incorreta, pois a proteína tau total geralmente está aumentada, e o hipocampo costuma mostrar atrofia (redução do volume), não aumento.
- Letra b) está incorreta, o β-amiloide 42 está reduzido, não aumentado, e o PET evidencia hipometabolismo, não hipermetabolismo.
- Letra c) está correta, pois indica redução do β-amiloide 42, aumento da tau fosforilada, e hipometabolismo temporoparietal no PET, tudo condizente com os achados clássicos da DA.
- Letra d) está incorreta, pois aumento da dopamina estriatal está mais ligado a doenças como Parkinson, e na DA a concentração de tau não está normal.
Portanto, o perfil mais característico corresponde à alternativa c).
Na doença de Alzheimer em início, é esperado encontrar uma redução dos níveis de β-amiloide 42 no líquor, pois essa proteína está se acumulando anormalmente no cérebro, formando placas amiloides. Ao mesmo tempo, observa-se um aumento da tau fosforilada no líquor, que reflete a degeneração neurofibrilar característica da doença. Em relação à neuroimagem funcional, o PET com FDG normalmente revela hipometabolismo nas regiões temporoparietais, mostrando a disfunção metabólica típica associada à AD.
Analisando as alternativas:
- Letra a) está incorreta, pois a proteína tau total geralmente está aumentada, e o hipocampo costuma mostrar atrofia (redução do volume), não aumento.
- Letra b) está incorreta, o β-amiloide 42 está reduzido, não aumentado, e o PET evidencia hipometabolismo, não hipermetabolismo.
- Letra c) está correta, pois indica redução do β-amiloide 42, aumento da tau fosforilada, e hipometabolismo temporoparietal no PET, tudo condizente com os achados clássicos da DA.
- Letra d) está incorreta, pois aumento da dopamina estriatal está mais ligado a doenças como Parkinson, e na DA a concentração de tau não está normal.
Portanto, o perfil mais característico corresponde à alternativa c).