Camila Duarte
EQUIPE
19/09/2026 • 05:01
Vamos conversar um pouco sobre a memantina e seu papel no tratamento da Doença de Alzheimer. A memantina é um medicamento que atua no sistema glutamatérgico do cérebro. Especificamente, ela é um antagonista não competitivo dos receptores NMDA (N-metil-D-aspartato), que estão envolvidos na transmissão do neurotransmissor glutamato. Isso é importante porque, na Doença de Alzheimer, o excesso de glutamato pode causar neurotoxicidade e piorar o quadro cognitivo.
Quanto às indicações clínicas, a memantina é aprovada para o tratamento de casos moderados a graves de Alzheimer, não para fases leves. Além disso, ela pode ser usada em combinação com inibidores da acetilcolinesterase para potencializar os efeitos terapêuticos, já que esses atuam em outro sistema relacionado: o colinérgico. Portanto, a memantina não é monoterapia de primeira escolha em estágios leves, nem é um medicamento que tenha efeito anti-β-amiloide, nem inibe a monoamina oxidase (que é o mecanismo de alguns antidepressivos).
Assim, a alternativa que melhor descreve o uso e mecanismo da memantina é a letra b: "Age como modulador glutamatérgico, aprovado para casos moderados a graves, podendo ser associado a inibidores da acetilcolinesterase."
Quanto às indicações clínicas, a memantina é aprovada para o tratamento de casos moderados a graves de Alzheimer, não para fases leves. Além disso, ela pode ser usada em combinação com inibidores da acetilcolinesterase para potencializar os efeitos terapêuticos, já que esses atuam em outro sistema relacionado: o colinérgico. Portanto, a memantina não é monoterapia de primeira escolha em estágios leves, nem é um medicamento que tenha efeito anti-β-amiloide, nem inibe a monoamina oxidase (que é o mecanismo de alguns antidepressivos).
Assim, a alternativa que melhor descreve o uso e mecanismo da memantina é a letra b: "Age como modulador glutamatérgico, aprovado para casos moderados a graves, podendo ser associado a inibidores da acetilcolinesterase."