De acordo com Moura (2008), a glicose do filtrado glomerular é reabsorvida pe...

De acordo com Moura (2008), a glicose do filtrado glomerular é reabsorvida pelos túbulos. A capacidade máxima de reabsorção tubular é de cerca de 160 mg/dL e quando as concentrações sanguíneas ultr...


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De acordo com Moura (2008), a glicose do filtrado glomerular é reabsorvida pelos túbulos. A capacidade máxima de reabsorção tubular é de cerca de 160 mg/dL e quando as concentrações sanguíneas ultrapassam esse valor, aparece a glicosúria. A prova mais sensível e específica para a glicose na urina corresponde ao método:
Analisando...
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  • Marcos de Castro
    Marcos de Castro EQUIPE
    17/09/2026 • 20:01
    Vamos falar sobre uma questão muito interessante ligada à fisiologia renal e aos métodos laboratoriais para detectar glicose na urina. Quando o nível de glicose no sangue ultrapassa a capacidade máxima de reabsorção dos túbulos renais, ocorre a glicosúria, ou seja, a presença de glicose na urina, que normalmente está ausente. Para detectar essa glicose, existem vários métodos laboratoriais.

    O método de Benedict é um teste clássico para a detecção de açúcares redutores na urina, não sendo específico para glicose. A tira reativa com glicose oxidase é considerada a prova mais sensível e específica para a glicose, pois a enzima glicose oxidase reage exclusivamente com a glicose para produzir um sinal detectável. Outros métodos como os de Rothira, Gerhardt e Lange são menos comuns ou menos específicos para este tipo de análise.

    Portanto, para detectar a glicose na urina com sensibilidade e especificidade, o método da tira reativa com glicose oxidase é o mais indicado.
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