Marcos de Castro
EQUIPE
18/09/2026 • 21:02
Vamos analisar essa questão sobre as orações subordinadas, um tema clássico na gramática da língua portuguesa. A oração subordinada é dependente da oração principal, e o tipo dessa oração varia conforme o sentido que ela aporta à frase.
No trecho "um dia a dor é tanta que nos pune", temos a palavra "que" introduzindo uma oração subordinada. A chave aqui está em entender o tipo dessa oração subordinada. O enunciado informa "...a dor é tanta que nos pune". Essa construção indica uma relação de consequência, ou seja, a dor é tão intensa que acaba por punir.
Dentre os tipos citados:
- Adjetiva explicativa esclarece uma característica de um substantivo, o que não ocorre aqui.
- Causal indicaria causa, "porque", "pois", não é o caso.
- Condicional indicaria uma condição, geralmente introduzida por "se".
- Concessiva expressa uma ideia de contraste, geralmente com "embora", "apesar de".
- Consecutiva indica consequência, normalmente introduzida por "que" após expressões como "tanto... que".
Portanto, a oração fundada em "que" aqui é consecutiva, pois expressa a consequência da intensidade da dor.
Gabarito: b
No trecho "um dia a dor é tanta que nos pune", temos a palavra "que" introduzindo uma oração subordinada. A chave aqui está em entender o tipo dessa oração subordinada. O enunciado informa "...a dor é tanta que nos pune". Essa construção indica uma relação de consequência, ou seja, a dor é tão intensa que acaba por punir.
Dentre os tipos citados:
- Adjetiva explicativa esclarece uma característica de um substantivo, o que não ocorre aqui.
- Causal indicaria causa, "porque", "pois", não é o caso.
- Condicional indicaria uma condição, geralmente introduzida por "se".
- Concessiva expressa uma ideia de contraste, geralmente com "embora", "apesar de".
- Consecutiva indica consequência, normalmente introduzida por "que" após expressões como "tanto... que".
Portanto, a oração fundada em "que" aqui é consecutiva, pois expressa a consequência da intensidade da dor.
Gabarito: b