Leia o texto a seguir: O acompanhante de A.A., 50 anos de idade, s...

Leia o texto a seguir: O acompanhante de A.A., 50 anos de idade, sexo masculino, hipertenso, diabético, internado na unidade de oncologia com diagnóstico de câncer de pulmão, solicitou a...


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Leia o texto a seguir:

O acompanhante de A.A., 50 anos de idade, sexo masculino, hipertenso, diabético, internado na unidade de oncologia com diagnóstico de câncer de pulmão, solicitou a presença do enfermeiro, porque o paciente estava “passando mal”. Ao atender a solicitação, o enfermeiro foi informado que ele vinha se queixando de cefaleia, dificuldade para engolir, diplopia e dor torácica. Ao realizar o exame físico, constatou, entre outras alterações, que A.A. apresentava sinais de confusão mental; dispneia; tosse; rouquidão; estridor; edema da face, pescoço e braços; ingurgitamento das veias temporais e jugulares e presença de padrão venoso proeminente no tórax. Diante desse quadro clínico, considerando se tratar de uma emergência oncológica, solicitou a presença do médico, suspeitando se tratar de um caso de ________  devendo, entre outros cuidados de enfermagem, __________  .

Considerando o apresentado na publicação Brunner & Suddarth: tratado de enfermagem médico-cirúrgica, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do texto.
Analisando...
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  • David Castilho
    David Castilho EQUIPE
    18/09/2026 • 11:02
    Vamos falar sobre emergências oncológicas, um tema super importante para quem atua com pacientes em tratamento contra o câncer. Essas situações exigem reconhecimento rápido para evitar complicações graves.
    No enunciado, A.A., paciente com câncer de pulmão, apresenta vários sintomas: cefaleia, dificuldade para engolir, diplopia (visão dupla), dor torácica, confusão mental, edema na face, pescoço e braços, além de ingurgitamento das veias e padrão venoso proeminente no tórax. Esses sinais indicam uma obstrução do fluxo venoso, especialmente das veias da parte superior do corpo, o que aponta para uma emergência chamada Síndrome da Veia Cava Superior (SVCS).
    A SVCS acontece quando a veia cava superior — que traz sangue da cabeça, pescoço, membros superiores para o coração — está comprimida por um tumor, no caso, câncer de pulmão ou linfoma. Os sintomas clássicos são exatamente os descritos: edema facial e de membros superiores, jugulares ingurgitadas, confusão mental, entre outros.
    Quanto aos cuidados de enfermagem, é fundamental evitar punções venosas nos membros superiores para não piorar a congestão e o edema. Além disso, a posição semi-Fowler (cabeceira elevada 30-45 graus) ajuda a diminuir a pressão venosa e alivia o desconforto do paciente.
    Analisando as alternativas, a que preenche corretamente tanto o diagnóstico quanto o cuidado é a letra c: Síndrome da veia cava superior, evitar punção venosa em membros superiores e manter o paciente em posição de semi-Fowler.
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