Ingrid Nunes
EQUIPE
18/09/2026 • 07:01
Vamos conversar sobre bombas elastoméricas e bombas de analgesia controlada pelo paciente, que são duas formas diferentes de administrar analgésicos para controle da dor. Bombas elastoméricas funcionam através de um reservatório feito com material elástico que se contrai para liberar o medicamento e são muito usadas para infusões contínuas, especialmente em ambientes hospitalares ou domiciliares. Elas têm um volume fixo de solução que pode ser infundido, ou seja, uma quantidade limitada de medicamento.
Por outro lado, as bombas controladas pelo paciente (PCA) permitem que o paciente mesmo administre doses adicionais (bolus) de analgésicos, ajustando a dor naquele momento. Já as bombas elastoméricas não possuem essa função de bolus controlado pelo paciente, são apenas para infusão contínua e constante. Assim, a alternativa que afirma que bombas elastoméricas permitem administração de bolus está incorreta.
Sobre temperatura, as bombas elastoméricas podem ser afetadas pela temperatura ambiente porque o volume e a pressão do material elastomérico podem variar, dependendo do calor, sendo sensíveis a isso.
Quanto a custo, bombas elastoméricas geralmente são mais baratas que bombas eletromédicas sofisticadas usadas em analgesia controlada pelo paciente, pois não possuem componentes eletrônicos.
Além disso, elas permitem sim a infusão conjunta de opioides e anestésicos locais, o que é comum em analgesia peridural.
De tudo isso, a única afirmativa correta é a que diz que as bombas elastoméricas permitem infusão de volume limitado de analgésicos (alternativa b).
Por outro lado, as bombas controladas pelo paciente (PCA) permitem que o paciente mesmo administre doses adicionais (bolus) de analgésicos, ajustando a dor naquele momento. Já as bombas elastoméricas não possuem essa função de bolus controlado pelo paciente, são apenas para infusão contínua e constante. Assim, a alternativa que afirma que bombas elastoméricas permitem administração de bolus está incorreta.
Sobre temperatura, as bombas elastoméricas podem ser afetadas pela temperatura ambiente porque o volume e a pressão do material elastomérico podem variar, dependendo do calor, sendo sensíveis a isso.
Quanto a custo, bombas elastoméricas geralmente são mais baratas que bombas eletromédicas sofisticadas usadas em analgesia controlada pelo paciente, pois não possuem componentes eletrônicos.
Além disso, elas permitem sim a infusão conjunta de opioides e anestésicos locais, o que é comum em analgesia peridural.
De tudo isso, a única afirmativa correta é a que diz que as bombas elastoméricas permitem infusão de volume limitado de analgésicos (alternativa b).